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terça-feira, 23 de novembro de 2010

Álcool: seus efeitos no organismo

O consumo de bebidas alcoólicas se tornou uma prática comum entre os indivíduos e, muitos deles, não conseguem abolir o seu consumo no dia-a-dia. Em virtude disso, o Chá das Cinco vai discutir, em algumas postagens, os efeitos do álcool no organismo e como seu consumo pode ser feito sem prejuízos à saúde.

O consumo de álcool se deve a vários fatores e, em geral, é apreciado em função de seu sabor, encanto, cor, aroma e outros efeitos inebriantes que provoca.

Entretanto, é necessário estar atentos a alguns pontos, para que seu consumo seja feito de forma consciente e sem prejudicar a saúde. De maneira geral, os efeitos da bebida alcoólica dependem de características individuais, como genética, estado geral de saúde, ambiente de uso, dose e tempo de ingestão.

O álcool é não pode ser estocado no organismo. Como uma substância tóxica, deve ser eliminado imediatamente. Desta forma, tem prioridade no metabolismo, alterando o metabolismo normal e favorecendo o estoque de gorduras no organismo, que se depositam preferencialmente na área abdominal.

Para quem bebe socialmente, o álcool é metabolizado por uma via que produz ATP, ou seja, energia. Assim, o consumo “social” de álcool pode gerar um ganho de peso. Para os etilistas crônicos, o metabolismo do álcool ocorre por uma via que, ao invés de gerar energia, gasta, ocasionando uma perda de peso e, a longo prazo, desnutrição.

O consumo de álcool pode trazer algumas conseqüências:

  • Deficiência de vitaminas
  • Diminuição da secreção de ácido gástrico, contribuindo para a um supercrescimento bacteriano no intestino
  • Diminuição da imunidade
  • Anemia
  • Doença no fígado
  • Má absorção
  • Maior excreção de nutrientes pela urina


Estas são apenas alguns dos prejuízos obtidos através do consumo exagerado de álcool. É importante lembrar que estes fatores não aparecem sozinhos, e sim, em conjunto, o que agrava os efeitos negativos à saúde.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Ervas e especiarias: exóticas e marcantes

As ervas e especiarias tem sido amplamente utilizadas pela gastronomia, com objetivo de enriquecer os pratos, tanto em sabor quanto em aparência.

Ervas são vegetais que servem para aromatizar as preparações culinárias, podendo ser encontradas como folhas, sementes, flores ou bulbos.

As especiarias são temperos ou condimentos que, além de proporcionar sabores diferentes e exóticos, auxiliam na conservação dos produtos.


As ervas aromáticas mais conhecidas são: manjericão, alecrim, manjerona, hortelã, sálvia, estragão, salsa, cebolinha, coentro, louro, tomilho e outras. As principais especiarias são: pimenta, gengibre, cravo, canela, noz moscada, açafrão, cardamomo e
ervas aro
máticas.

As ervas e especiarias podem ser utilizadas em quaisquer preparações, servindo como decoração, modificando a aparência visual e tornando os pratos mais temperados, atraentes e requintados. Entretanto, deve-se tomar cuidado com a quantidade utilizada,
pois o sabor acentuado pode descaracterizar o prato. Além disso, devem ser acrescentadas no final do preparo, para não desaparecerem e perderem o sabor.

Esses produtos são uma boa opção para hipertensos, que necessitam reduzir o sal da alimentação, visto que oferecerão um paladar bastante agradável.

As ervas devem ser utilizadas preferencialmente frescas. Se forem utilizadas secas, deve-se reduzir a quantidade à metade. As especiarias são
mais eficientes quando inteiras, pois mantém o óleo essencial protegido por mais tempo e são estes óleos que darão sabor aos alimentos. Quando moídas, perdem parte do sabor e
aroma.

Acredita-se que algumas ervas e especiarias podem apresentar efeitos além da culinária, como o manjericão, conhecido por estimular o impulso sexual e aumentar a fertilidade, além de produzir uma sensação de bem-estar. Também é considerado afrodisíaco por ter a propriedade de melhorar a circulação sangüínea, bem como as pimentas. Algumas especiarias são utilizadas na fabricação de cosméticos, óleos e medicamentos.







Quer saber como utilizar estes ingredientes
para incrementar sua cozinha?
Clique aqui e aprenda como se faz uma
receita de Azeite aromatizado.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Pólen é alimento??

Pólen é comida de abelha, sendo a principal fonte protéica de sua alimentação. O néctar é a fonte de carboidratos, o pólen é a fonte de proteínas, minerais e lipídeos.

É retirado das flores, pelas abelhas. Os apicultores, por sua vez, usam uma espécie de tela na entrada da colméia. Os furos são tão estreitos que, para passar, as abelhas são obrigadas a derrubar os grãozinhos do lado de fora.

Mas nem todo pólen é coletado. Como a tela também tem furos maiores, dois terços da comida extraída das flores vão para dentro da colméia e se transformam no pão das abelhas. O pólen é mais uma evidência de que o que é bom para as abelhas, é excelente para a gente também.

“O pólen no nosso meio é conhecido como bifinho verde. E ele tem uma composição físico-química básica de proteínas similar a um bife, em torno de 20%. Ele tem lipídeos. Esse lipídeo é um lipídeo muito bom com propriedades antioxidantes. É uma gordura, mas uma gordura boa”, destaca Lídia Barreto, coordenadora do Centro de Estudos Apícolas da UNITAU.

E ele desperta cada vez mais a curiosidade dos pesquisadores. Em um laboratório da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo, as pesquisas com pólen mostraram que ele pode ajudar a combater as doenças do envelhecimento.

“Comprovamos, na verdade, que ele tem as três vitaminas antioxidantes, beta caroteno como a pró-vitamina A, a vitamina C e a vitamina E, que são as três antioxidantes”, afirma a farmacêutica bioquímica Lígia Muradian, da USP.

O pólen também é rico em vitaminas do complexo B, que ajudam, por exemplo, no funcionamento do sistema nervoso central, na prevenção e tratamento de cataratas. O grãozinho surpreende.

“Para se ter ideia, as quantidades que foram encontradas de vitamina B1 podem ser associadas às quantidades que se encontra dessa vitamina nas carnes de porco, por exemplo. As quantidades de vitamina B2 que nós encontramos eram superiores às quantidades que se encontra no leite”, explica a química Vanilda Soares de Arruda.

“Acredito que ele deve ser encarado como alimento, um alimento que tem efeito preventivo contra algumas doenças”, ressalta a nutricionista Ilana Pereira de Melo.

A repórter Mônica Teixeira experimenta o pólen na cozinha do laboratório da USP e aprova. “Tem um gosto como se eu tivesse comendo um cereal matinal. É bem crocante. Não parece com mel, mas dá para comer puro sem o menor problema”, comenta.

A recomendação é ingerir 5 gramas por dia, o equivalente a uma colher de sopa, mas ele não precisa ser puro. O pólen está sendo testado como ingrediente na culinária. E já existem maneiras bem mais saborosas de garantir a dose diária desse alimento.

Na Universidade de Taubaté, a cozinha é um laboratório, onde o sabor do pólen é posto à prova: no molho da salada, na salada de fruta, no patê, bolos, biscoitos de pólen e até trufas e bombons.



Este texto foi adaptado da reportagem exibida no programa Globo Repórter. Confesso que axei a reportagem interessante e intrigante ao mesmo tempo. Vou pesquisar mais sobre o assunto e escrevo aqui pra vcs, ok? ;]

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Segure a TPM!!

A Tensão Pré-menstrual, famosa TPM, é uma síndrome que ataca cerca de 30% das mulheres brasileiras e, de quebra, seus maridos, namorados, filhos, amigos (...) também!

As alterações de humor que ocorrem nesse período se devem às mudanças hormonais e à baixa da serotonina - uma substancia responsável pela sensação de bem-estar.

E em meio àquele turbilhão de sentimentos, muitas pessoas acabam descontando ou se refugiando na comida, sendo que o campeão na hora de consolar é o chocolate. E é aí que mora o perigo. Mas, ao invés de fazer da alimentação a vilã da tpm, por que não fazer dela a solução???

Quer saber como? Acesse o Portal Nutrição em Foco e confira uma matéria completinha sobre os alimentos que acalmam a TPM!!!

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Montando um prato saudável - Parte II

Se você leu a postagem anterior e está pensando: "Como é que eu vou comer isso tudo, todos os dias?", tenha calma! Não precisa se desesperar...

O segredo para conseguir consumir os alimentos adequadamente é fazer a combinação correta.

No café da manhã, por exemplo, você pode colocar cereais em sua forma integral (como pães e biscoitos) e combiná-los com leite e derivados.

No almoço, uma combinação indispensável é o arroz com o feijão. Essa dupla garante uma combinação perfeita de aminoácidos, fornecendo ao corpo proteína de boa qualidade, ou seja, proteínas que serão melhores aproveitadas pelo organismo. Por fim, abuse das hortaliças: cruas, cozidas, escondidas no meio das preparações. Elas garantem vitaminas, minerais e fibras - que, de quebra, ajudam a aumentar a sensação de saciedade.

E quem disse que essa história de pular o jantar é boa??? Essa é uma refeição importantíssima, visto que, ao dormir, seu organismo passa um longo período de tempo sem receber energia (e continua funcionando...).

O jantar também pode ser composto por alimentos semelhantes ao almoço. O cuidado que se deve ter é coma forma de preparo. Escolha alimentos e preparações mais leves, mas não precisa abrir mão dos cereais e das fontes de proteína.

As frutas são ótimas opções para os lanches entre as refeições (lembre que você deve comer 3 porções por dia). Além disso, tem um sabor adocicado, podendo enganar aquela vontade louca de comer doces. Além disso, são ótimas opções para sucos naturais e sobremesas.

O açúcar e os óleos/gorduras já estão em quantidade suficiente nas preparações. Não é preciso incluir pratos a base destes alimentos nas refeições.

A combinação perfeita depende do seu gosto, o que não pode ocorrer é uma monotonia na sua dieta. Consuma frutas e hortaliças diferentes, e nao fique so na alface com tomate!



Visite o Portal Nutrição em Foco e conheça alguns alimentos que podem fazer parte de sua dieta e algumas receitas fáceis, gostosas e saudáveis!

terça-feira, 4 de maio de 2010

Montando um prato saudável - parte I

Pra começar, um prato saudável deve ter diversidade de alimentos e de cores. Além disso, deve-se observar a forma de preparo dos alimentos. E, por último, não forme uma serra com os alimentos!!!

O primeiro passo é incluir todos os grupos de alimentos nas refeições:
  • Cereais: são as fontes de carboidrato e servem para dar energia. Ex.: arroz, macarrão, batata, mandioca, inhame, etc. 6 porções/dia
  • Leguminosas: apresentam proteínas de boa qualidade (que são bem aproveitadas pelo organismo), além de carboidratos. Ex: feijões, lentilha, soja, grão-de-bico, etc. 1 porção/dia
  • Carnes e ovos: fontes de proteínas, que tem função construtora no organismo. As carnes são fontes de ferro. 1 porção/dia
  • Hortaliças e frutas: fontes de vitaminas e minerais, que tem função de proteção do organismo. Hortaliças podem ser folhas, raízes, frutos ou caules. 3 porções de cada/dia
  • Laticínios: contém proteínas, vitaminas e minerais. Principal fonte de cálcio da dieta. 3 porções/dia
  • Óleos e gorduras: fornecem energia e, em quantidades adequadas, participam do bom funcionamento do organismo. máximo de 1 porção/dia
  • Açúcares: também são fontes de energia, embora compostos por carboidratos simples. Assim como as gorduras, devem ser consumidos moderadamente. máximo de 1 porção/dia
Esses alimentos devem ser distribuídos dentre as refeições. O ideal são seis por dia: café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia, de acordo com as porções de cada grupo.


Vamos começar variando a nossa dieta, para depois partirmos para o próximo passo. Sua alimentação saudável depende de você!!


Quer mais dicas? Portal Nutrição em Foco.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Probióticos: o poder dos iogurtes

Ultimamente, muitos alimentos tem surgido com a proposta de melhorar alguma coisa na saúde humana. Os principais, entretanto, são os iogurtes que prometem regular o funcionamento intestinal.

Mas afinal, o que estes alimentos tem de especial?
O diferencial destes alimentos são os probióticos. Ou seja, microorganismos que, quando ingeridos, exercem efeitos benéficos para a saúde, pois favorecem a presença de bactérias benéficas ao organismo e diminuem a concentração de bactérias e microorganismos indesejáveis.

De maneira geral, os probióticos tem efeito sobre o equilíbrio bacteriano intestinal: controle do colesterol e de diarréias e redução do risco de câncer.
Os alimentos mais comuns que contém probióticos são os iogurtes e leites fermentados. Mas podem ser encontrados, ainda, na forma de pó ou cápsulas.


Entretanto, não precisa se desesperar e mandar e-mail para todos os seus contatos (como vem acontecendo frequentemente) avisando que estes alimentos estão contaminados!!! A adição destes componentes aos alimentos é regulamentada por uma legislação e, segundo a Organização Mundial de Saúde, quando administrados em quantidade e maneira corretas, realmente apresentam um efeito benéfico.

O portal Nutrição em Foco apresenta a opinião de uma nutricionista especialista em Nutrição Funcional sobre os iogurtes adicionados de probióticos. Confira!

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Alimentação na Hipertensão

Como já vimos na postagem anterior, a hipertensão está diretamente ligada ao estilo de vida e um dos fatores essenciais que ajuda a combater e melhorar ersta doenças é a alimentação.

Algumas atitudes simples quanto à alimentação podem ser incluidas no dia-adia sem eliminar o prazer de comer bem e, ainda, melhorar a qualidade de vida de quem apresenta ou corre risco de apresentar esta doença:

  • Ter uma alimentação variada - fornece ao organismo todos os nutrientes para manter um bom estado nutricional, diminuindo a chance de ocorrência de doenças;
  • Incluir frutas e hortaliças - são fontes de vitaminas, fibras e minerais. Estes últimos, principalmente o potássio e o magnésio agem diminuindo a pressão sanguínea;
  • Consumir carnes magras - a gordura da carne pode aumentar o nível de colesterol, gertando outras doenças (como a aterosclerose) que contribuim para o surgimento de hipertensão;
  • Aumentar o consumo de peixes - fontes de ômega-3, uma gordura benéfica ao organismo que pode atuar contra a elevação da pressão;
  • Utilizar gorduras poliinsaturadas - podem ter uma atuação contra a hipertensão. Podem ser consumida através do azeite de oliva, óleo de canola, castanhas e sementes, peixes, etc.;
  • Diminuir o consumo de açúcares e gorduras saturadas - favorecem o surgimento da hipertensão
  • Diminuir o consumo de sal - não levas saleiro à mesa, abusar de temperos, condimentos e especiarias, utilizar molhos em preparações... São formas de realçar o sabor do alimento e que dispensam o uso de uma grande quantidade de sal.



Confira algumas receitas deliciosas e com baixo teor de sódio no Portal Nutrição em Foco.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Cuidados com a Hipertensão

A hipertensão arterial ou, popularmente, pressão alta é uma doença que atinge grande parte da população no mundo todo. No Brasil, estima-se que cerca de 35% das pessoas maiores de 40 anos sofram deste problema. É uma doença silenciosa, que não apresenta sintomas. Porém, se não tratada e controlada, pode causar diversas outras doenças e complicaçãos: doenças cardiovasculares, doenças renais, cerebrovasculares, doenças nos olhos, etc.

Mas como fazer isso? Segue abaixo uma listinha de alguns cuidados simples e fáceis que, se seguidos, ajudarão muito na prevenção e tratamento da hipertensão:

  • Modificar o estilo de vida - o primeiro passo é tomar consciência do problema ou do risco de desenvolvê-lo e tomar atitudes para diminuir os prejuzos, antes mesmo de começar a tomar medicamentos para tentar melhorar
  • Controlar o peso corporal - pessoas que estão acima do peso tem de 2 a 6 vezes mais risco de desenvolver hipertensão. No caso de quem já apresenta a doença, a perda de peso ajuda a conbseguir um melhor efeito dos medicamentos, controlando melhor a pressão sanguínea;
  • Praticar exercícios físicos - o sedentarismo é um fator de risco para desenvolver pressão alta. É recomendado fazer de 30 a 45 minutos diários de exercícios. Para isso, escolha um que lhe dê prazer: ao ar livre, em grupos, relaxantes, não importa, o importante é se movimentar;
  • Diminuir o consumo de sal - o sódio presente no sal aumenta a absorção de água pelo organismo e,assim, aumenta o volume de sangue circulando, aumentando a pressão sanguínea. Uma diminuição desse consumo tem efeito positivo na diminuição da hipertensão. Para isso, vale usar diversos truques: condimentos, especiarias, temperos, etc.;
  • Ter uma alimentação variada - o consumo de todos os tipos de alimentos garante que o organismo adquira todos os nutrientes para manter o seu bom funcionamento. No caso da hipertensão, alguns minerais são essenciais para "proteger" o corpo, como o potássio e o magnésio, que podem ser adquiridos principalmente através de hortaliças e frutas;
  • Diminuir o consumo de álcool - o álcool tem um grande poder de elevar a pressão sanguínea. O ideal não consumí-lo ou consumir pequenas doses esporadicamente. Entretanto, se isso não for possível, pode-se consumir uma dose de aproximadamente 30 mL de álcool por dia, ou seja, aproximadamente 150 ml de cerveja.


São soluções fáceis e totalmente possíveis de serem seguidas e que podem realmente melhorar a qualidade de vida de hipertensos e pessoas que tem alto risco de adquirirem a doença.


Quer mais dicas sobre qualidade de vida? Acompanhe o Portal Nutrição em Foco.