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sexta-feira, 11 de junho de 2010

Copa? Não! Festa Junina... Canjica!!!

Festa Juninas chegando e todas quelas comidinhas estão em alta..
Que tal conhecer um pouco mais sobre uma delas?

Canjica...


A canjica é um prato doce, típico da culinária brasileira. É um prato que varia de acordo com a região brasileira, mas basicamente tem como ingredientes o milho verde ou milho branco, leite e açúcar. Opcionalmente, pode levar ainda amendoim e leite de coco. A canela dá o toque final ao prato.

Historicamente, o nome canjica vem do banto (kanjica), que refere a um tipo de papa elaborada com a farinha de milho branco ou milho verde ralado. Em algumas regiões, pode ser conhecida como curau ou mingau de milho branco. Assim como outros pratos, acredita-se que a canjica também tenha sido incorporada à culinária brasileira através dos escravos.

Relatos históricos mostram que, para os indígenas, o milho não era um alimento tão importante quanto a mandioca. Sendo assim, a produção de milho e de pratos derivados deste vegetal só começaram a ser incorporadas à alimentação brasileira através de portugueses e de africanos. Fazia parte da cultura desses povos, ter como sobremesa a canjica temperada com açúcar, nas mesas da população da cidade do Rio do Janeiro.



Para saber sobre as caracterísiticas nutricionais deste delicioso prato, acesse a seção Alimentos, no Portal Nutrição em Foco.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Pólen é alimento??

Pólen é comida de abelha, sendo a principal fonte protéica de sua alimentação. O néctar é a fonte de carboidratos, o pólen é a fonte de proteínas, minerais e lipídeos.

É retirado das flores, pelas abelhas. Os apicultores, por sua vez, usam uma espécie de tela na entrada da colméia. Os furos são tão estreitos que, para passar, as abelhas são obrigadas a derrubar os grãozinhos do lado de fora.

Mas nem todo pólen é coletado. Como a tela também tem furos maiores, dois terços da comida extraída das flores vão para dentro da colméia e se transformam no pão das abelhas. O pólen é mais uma evidência de que o que é bom para as abelhas, é excelente para a gente também.

“O pólen no nosso meio é conhecido como bifinho verde. E ele tem uma composição físico-química básica de proteínas similar a um bife, em torno de 20%. Ele tem lipídeos. Esse lipídeo é um lipídeo muito bom com propriedades antioxidantes. É uma gordura, mas uma gordura boa”, destaca Lídia Barreto, coordenadora do Centro de Estudos Apícolas da UNITAU.

E ele desperta cada vez mais a curiosidade dos pesquisadores. Em um laboratório da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo, as pesquisas com pólen mostraram que ele pode ajudar a combater as doenças do envelhecimento.

“Comprovamos, na verdade, que ele tem as três vitaminas antioxidantes, beta caroteno como a pró-vitamina A, a vitamina C e a vitamina E, que são as três antioxidantes”, afirma a farmacêutica bioquímica Lígia Muradian, da USP.

O pólen também é rico em vitaminas do complexo B, que ajudam, por exemplo, no funcionamento do sistema nervoso central, na prevenção e tratamento de cataratas. O grãozinho surpreende.

“Para se ter ideia, as quantidades que foram encontradas de vitamina B1 podem ser associadas às quantidades que se encontra dessa vitamina nas carnes de porco, por exemplo. As quantidades de vitamina B2 que nós encontramos eram superiores às quantidades que se encontra no leite”, explica a química Vanilda Soares de Arruda.

“Acredito que ele deve ser encarado como alimento, um alimento que tem efeito preventivo contra algumas doenças”, ressalta a nutricionista Ilana Pereira de Melo.

A repórter Mônica Teixeira experimenta o pólen na cozinha do laboratório da USP e aprova. “Tem um gosto como se eu tivesse comendo um cereal matinal. É bem crocante. Não parece com mel, mas dá para comer puro sem o menor problema”, comenta.

A recomendação é ingerir 5 gramas por dia, o equivalente a uma colher de sopa, mas ele não precisa ser puro. O pólen está sendo testado como ingrediente na culinária. E já existem maneiras bem mais saborosas de garantir a dose diária desse alimento.

Na Universidade de Taubaté, a cozinha é um laboratório, onde o sabor do pólen é posto à prova: no molho da salada, na salada de fruta, no patê, bolos, biscoitos de pólen e até trufas e bombons.



Este texto foi adaptado da reportagem exibida no programa Globo Repórter. Confesso que axei a reportagem interessante e intrigante ao mesmo tempo. Vou pesquisar mais sobre o assunto e escrevo aqui pra vcs, ok? ;]

sábado, 29 de maio de 2010

Salada de lentilha verde e bacalhau!

Não fure a dieta no final de semana. Clique na imagem e pegue a receita desta deliciosa salada!


Portal Nutrição em Foco - nutrindo seu conhecimento!

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Segure a TPM!!

A Tensão Pré-menstrual, famosa TPM, é uma síndrome que ataca cerca de 30% das mulheres brasileiras e, de quebra, seus maridos, namorados, filhos, amigos (...) também!

As alterações de humor que ocorrem nesse período se devem às mudanças hormonais e à baixa da serotonina - uma substancia responsável pela sensação de bem-estar.

E em meio àquele turbilhão de sentimentos, muitas pessoas acabam descontando ou se refugiando na comida, sendo que o campeão na hora de consolar é o chocolate. E é aí que mora o perigo. Mas, ao invés de fazer da alimentação a vilã da tpm, por que não fazer dela a solução???

Quer saber como? Acesse o Portal Nutrição em Foco e confira uma matéria completinha sobre os alimentos que acalmam a TPM!!!

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Montando um prato saudável - Parte II

Se você leu a postagem anterior e está pensando: "Como é que eu vou comer isso tudo, todos os dias?", tenha calma! Não precisa se desesperar...

O segredo para conseguir consumir os alimentos adequadamente é fazer a combinação correta.

No café da manhã, por exemplo, você pode colocar cereais em sua forma integral (como pães e biscoitos) e combiná-los com leite e derivados.

No almoço, uma combinação indispensável é o arroz com o feijão. Essa dupla garante uma combinação perfeita de aminoácidos, fornecendo ao corpo proteína de boa qualidade, ou seja, proteínas que serão melhores aproveitadas pelo organismo. Por fim, abuse das hortaliças: cruas, cozidas, escondidas no meio das preparações. Elas garantem vitaminas, minerais e fibras - que, de quebra, ajudam a aumentar a sensação de saciedade.

E quem disse que essa história de pular o jantar é boa??? Essa é uma refeição importantíssima, visto que, ao dormir, seu organismo passa um longo período de tempo sem receber energia (e continua funcionando...).

O jantar também pode ser composto por alimentos semelhantes ao almoço. O cuidado que se deve ter é coma forma de preparo. Escolha alimentos e preparações mais leves, mas não precisa abrir mão dos cereais e das fontes de proteína.

As frutas são ótimas opções para os lanches entre as refeições (lembre que você deve comer 3 porções por dia). Além disso, tem um sabor adocicado, podendo enganar aquela vontade louca de comer doces. Além disso, são ótimas opções para sucos naturais e sobremesas.

O açúcar e os óleos/gorduras já estão em quantidade suficiente nas preparações. Não é preciso incluir pratos a base destes alimentos nas refeições.

A combinação perfeita depende do seu gosto, o que não pode ocorrer é uma monotonia na sua dieta. Consuma frutas e hortaliças diferentes, e nao fique so na alface com tomate!



Visite o Portal Nutrição em Foco e conheça alguns alimentos que podem fazer parte de sua dieta e algumas receitas fáceis, gostosas e saudáveis!

terça-feira, 4 de maio de 2010

Montando um prato saudável - parte I

Pra começar, um prato saudável deve ter diversidade de alimentos e de cores. Além disso, deve-se observar a forma de preparo dos alimentos. E, por último, não forme uma serra com os alimentos!!!

O primeiro passo é incluir todos os grupos de alimentos nas refeições:
  • Cereais: são as fontes de carboidrato e servem para dar energia. Ex.: arroz, macarrão, batata, mandioca, inhame, etc. 6 porções/dia
  • Leguminosas: apresentam proteínas de boa qualidade (que são bem aproveitadas pelo organismo), além de carboidratos. Ex: feijões, lentilha, soja, grão-de-bico, etc. 1 porção/dia
  • Carnes e ovos: fontes de proteínas, que tem função construtora no organismo. As carnes são fontes de ferro. 1 porção/dia
  • Hortaliças e frutas: fontes de vitaminas e minerais, que tem função de proteção do organismo. Hortaliças podem ser folhas, raízes, frutos ou caules. 3 porções de cada/dia
  • Laticínios: contém proteínas, vitaminas e minerais. Principal fonte de cálcio da dieta. 3 porções/dia
  • Óleos e gorduras: fornecem energia e, em quantidades adequadas, participam do bom funcionamento do organismo. máximo de 1 porção/dia
  • Açúcares: também são fontes de energia, embora compostos por carboidratos simples. Assim como as gorduras, devem ser consumidos moderadamente. máximo de 1 porção/dia
Esses alimentos devem ser distribuídos dentre as refeições. O ideal são seis por dia: café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia, de acordo com as porções de cada grupo.


Vamos começar variando a nossa dieta, para depois partirmos para o próximo passo. Sua alimentação saudável depende de você!!


Quer mais dicas? Portal Nutrição em Foco.

sábado, 1 de maio de 2010

Almôndegas com aveia

Para incrementar o final de semana, uma receita deliciosa, nutritiva e diferente:

ALMÔNDEGAS COM AVEIA



Clique na figura para pegar a receita!




Aproveite para visitar o Portal Nutrição em Foco ficar por dentro das novidades!!!

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Probióticos: o poder dos iogurtes

Ultimamente, muitos alimentos tem surgido com a proposta de melhorar alguma coisa na saúde humana. Os principais, entretanto, são os iogurtes que prometem regular o funcionamento intestinal.

Mas afinal, o que estes alimentos tem de especial?
O diferencial destes alimentos são os probióticos. Ou seja, microorganismos que, quando ingeridos, exercem efeitos benéficos para a saúde, pois favorecem a presença de bactérias benéficas ao organismo e diminuem a concentração de bactérias e microorganismos indesejáveis.

De maneira geral, os probióticos tem efeito sobre o equilíbrio bacteriano intestinal: controle do colesterol e de diarréias e redução do risco de câncer.
Os alimentos mais comuns que contém probióticos são os iogurtes e leites fermentados. Mas podem ser encontrados, ainda, na forma de pó ou cápsulas.


Entretanto, não precisa se desesperar e mandar e-mail para todos os seus contatos (como vem acontecendo frequentemente) avisando que estes alimentos estão contaminados!!! A adição destes componentes aos alimentos é regulamentada por uma legislação e, segundo a Organização Mundial de Saúde, quando administrados em quantidade e maneira corretas, realmente apresentam um efeito benéfico.

O portal Nutrição em Foco apresenta a opinião de uma nutricionista especialista em Nutrição Funcional sobre os iogurtes adicionados de probióticos. Confira!

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Alimentação na Hipertensão

Como já vimos na postagem anterior, a hipertensão está diretamente ligada ao estilo de vida e um dos fatores essenciais que ajuda a combater e melhorar ersta doenças é a alimentação.

Algumas atitudes simples quanto à alimentação podem ser incluidas no dia-adia sem eliminar o prazer de comer bem e, ainda, melhorar a qualidade de vida de quem apresenta ou corre risco de apresentar esta doença:

  • Ter uma alimentação variada - fornece ao organismo todos os nutrientes para manter um bom estado nutricional, diminuindo a chance de ocorrência de doenças;
  • Incluir frutas e hortaliças - são fontes de vitaminas, fibras e minerais. Estes últimos, principalmente o potássio e o magnésio agem diminuindo a pressão sanguínea;
  • Consumir carnes magras - a gordura da carne pode aumentar o nível de colesterol, gertando outras doenças (como a aterosclerose) que contribuim para o surgimento de hipertensão;
  • Aumentar o consumo de peixes - fontes de ômega-3, uma gordura benéfica ao organismo que pode atuar contra a elevação da pressão;
  • Utilizar gorduras poliinsaturadas - podem ter uma atuação contra a hipertensão. Podem ser consumida através do azeite de oliva, óleo de canola, castanhas e sementes, peixes, etc.;
  • Diminuir o consumo de açúcares e gorduras saturadas - favorecem o surgimento da hipertensão
  • Diminuir o consumo de sal - não levas saleiro à mesa, abusar de temperos, condimentos e especiarias, utilizar molhos em preparações... São formas de realçar o sabor do alimento e que dispensam o uso de uma grande quantidade de sal.



Confira algumas receitas deliciosas e com baixo teor de sódio no Portal Nutrição em Foco.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Cuidados com a Hipertensão

A hipertensão arterial ou, popularmente, pressão alta é uma doença que atinge grande parte da população no mundo todo. No Brasil, estima-se que cerca de 35% das pessoas maiores de 40 anos sofram deste problema. É uma doença silenciosa, que não apresenta sintomas. Porém, se não tratada e controlada, pode causar diversas outras doenças e complicaçãos: doenças cardiovasculares, doenças renais, cerebrovasculares, doenças nos olhos, etc.

Mas como fazer isso? Segue abaixo uma listinha de alguns cuidados simples e fáceis que, se seguidos, ajudarão muito na prevenção e tratamento da hipertensão:

  • Modificar o estilo de vida - o primeiro passo é tomar consciência do problema ou do risco de desenvolvê-lo e tomar atitudes para diminuir os prejuzos, antes mesmo de começar a tomar medicamentos para tentar melhorar
  • Controlar o peso corporal - pessoas que estão acima do peso tem de 2 a 6 vezes mais risco de desenvolver hipertensão. No caso de quem já apresenta a doença, a perda de peso ajuda a conbseguir um melhor efeito dos medicamentos, controlando melhor a pressão sanguínea;
  • Praticar exercícios físicos - o sedentarismo é um fator de risco para desenvolver pressão alta. É recomendado fazer de 30 a 45 minutos diários de exercícios. Para isso, escolha um que lhe dê prazer: ao ar livre, em grupos, relaxantes, não importa, o importante é se movimentar;
  • Diminuir o consumo de sal - o sódio presente no sal aumenta a absorção de água pelo organismo e,assim, aumenta o volume de sangue circulando, aumentando a pressão sanguínea. Uma diminuição desse consumo tem efeito positivo na diminuição da hipertensão. Para isso, vale usar diversos truques: condimentos, especiarias, temperos, etc.;
  • Ter uma alimentação variada - o consumo de todos os tipos de alimentos garante que o organismo adquira todos os nutrientes para manter o seu bom funcionamento. No caso da hipertensão, alguns minerais são essenciais para "proteger" o corpo, como o potássio e o magnésio, que podem ser adquiridos principalmente através de hortaliças e frutas;
  • Diminuir o consumo de álcool - o álcool tem um grande poder de elevar a pressão sanguínea. O ideal não consumí-lo ou consumir pequenas doses esporadicamente. Entretanto, se isso não for possível, pode-se consumir uma dose de aproximadamente 30 mL de álcool por dia, ou seja, aproximadamente 150 ml de cerveja.


São soluções fáceis e totalmente possíveis de serem seguidas e que podem realmente melhorar a qualidade de vida de hipertensos e pessoas que tem alto risco de adquirirem a doença.


Quer mais dicas sobre qualidade de vida? Acompanhe o Portal Nutrição em Foco.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Alimentação na Doença Celíaca

As pessaos que apresentam doença Celíaca, ou seja, intolerância ao glúten - uma proteína encontrada em cereais - precisam ter uma alimentação especial, excluindo este componente da dieta.

Não é uma tarefa fácil, visto que o glúten é encontrado em alimentos como: trigo, aveia, centeio, cevada e malte e seus subprodutos (farinhas, flocos, extratos, etc.). Esses alimentos são muito utilizados na alimentação, principalmente os derivados de trigo (como a farinha), tornando complicada a tarefa de excluir o glúten da dieta. Até alguns alimentos que aparentemente não contém glúten podem apresentá-lo em sua composição: queijos fundidos, achocolatados, congelados - como almôndegas, sorvetes, molhos...

Além disso, outra dificuldade é saber como um produto foi preparado para confirmar se ele contém ou não glúten. Em um restaurante, por exemplo, não se sabe se uma determinada preparação foi acrescida de ingredientes com glúten (muitos restaurantes adicionam farinha de trigo ao feijão para deixá-lo "mais grosso"). Uma outra possibilidade é uma limento sem glúten ter sido contaminado por resíduos de glúten de outra preparação, ao se utilizar uma panela mal higienizada, por exemplo. Esse fato também é muito comum na indústri, por se utilizar os mesmos equipamentos para preparações com glúten e as, teoricamente, isentas dele.

Mas seguir uma dieta isenta de glúten não é tão difícil assim.. Um pouco de conhecimento acerca dos produtos utilizados e criatividade na cozinha proporciona aos celíacos o prazer de se alimentar bem.

Primeiramente, os alimentos que são naturalmente isentos de glúten: frutas, hortaliças, carnes, leguminosas (feijões, lentilha, grão-de-bico...), leites e a maioria de seus derivados e condimentos não industrializados. Esses grupos de alimentos não contém glúten, a menos que ele seja adicionado durante o preparo. Portanto, é sempre bom se informar sobre o modo de preparo dos alimentos e, no caso de industrializados, LER SEMPRE OS RÓTULOS.

Para os alimentos que contém glúten, inúmeros substitutos já foram encontrados: arroz, milho, batata e mandioca são os principais, juntamente com seus derivados (farinhas, flocos, creme, fécula, etc.), além disso, outros como cará, inhame, quinua e amaranto também podem ser utilizados, embora um pouco mais caros e difíceis de encontrar, dependendo da região.

A partir desses substitutos, todas as preparações podem ser feitas: pães, bolos, biscoitos, macarrão, pizza, etc.

Quanto ao equilíbrio da dieta, todo celíaco, após adaptado à alimentação adequada, tende a ter um aumento do peso corporal e, desta forma, deve ter uma dieta balanceada. Para tanto, deve diminuir a ingestão de proteínas, moderar o consumo de gorduras e aumentar o consumo de frutas, sucos naturais, verduras e legumes, tornando sua alimentação mais variada e saudável.

Quer sugestões de preparações sem glúten? Clique aqui.

Quer ler mais sobre o assunto? O Portal Nutrição em Foco traz uma matéria especial sobre a alimentação de portadores de Doença Celíaca. Confira!

terça-feira, 9 de março de 2010

Benefícios da aveia

Em tempos de ração humana, os cereais e as sementes estão fazendo sucesso. A aveia é um dos ingredientes dessa mistura, então que tal conhecer um pouco mais sobre ela??

A aveia é um cereal que serve como alimento tanto para humanos quanto para animais. Quando processada, pode ser transformada flocos (inteiros, médios ou finos), farelo e farinha.

O grão de aveia contém um alto teor protéico, além de ser composta por proteínas de boa qualidade (que são melhores aproveitadas pelo organismo). Além disso, é constituído também por vitaminas, minerais como cálcio e ferro e substâncias antioxidantes – que podem atuar na diminuição do risco de algumas doenças.

Entretanto, uma de suas características mais importante são as fibras. As fibras presentes na aveia são as fibras solúveis, ou seja, estão relacionadas ao bom funcionamento intestinal e podem ser responsáveis pela diminuição dos níveis de colesterol do organismo. Além disso, elas retardam o esvaziamento do estômago, prolongando a sensação de saciedade e, desta maneira, o indivíduo sente menos fome (ta vendo porque ela é ingrediente da ração humana?). A quantidade de fibras é maior no farelo de aveia, seguido pelos flocos e pela farinha.

Além de benéfica à saúde, a aveia é muito saborosa também. Compõe pratos de panificação, lanches, vitaminas e sucos e outros bem diferentes, como Almondegas com aveia. Confira outras opções na seção Gastronomia do Portal Nutrição em Foco.

Gostou das informações?? Então leia a matéria completa na seção Alimentos.

terça-feira, 2 de março de 2010

Ser vegetariano...

As dietas vegetarianas são, a grosso modo, aquelas que não incluem produtos animais no cardápio. Como o próprio nome diz, baseia-se em vegetais: frutas, hortaliças, cereais, castanhas, etc. Não é nada fácil ser adepto do vegetarianismo, ja que vivemos em uma sociedade que consome grande quantidades de carne e, além disso, alguns cuidados são necessários para manter-se saudável.

Historicamente, os primeiros relatos sobre o vegetarianismo são encontrados em literaturas da Índia e da Grécia, no séc. VI a.C., ambas com um propósito de proteção aos animais. Atualmente, as razões para quem adota este tipo de dieta são diversas: éticas, políticas, ambientais, econômicas, saúde, estética, entre outras.

Existem vários tipos de dietas vegetarianas:

  • lacto-ovo vegetariana: dentre os produtos animais, incluem ovos e leite e derivados no dia-a-dia
  • lacto-vegetariana: inclui apenas o leite e seus derivados
  • ovo-vegetariana: inclui apenas ovos em sua dieta
  • semi-vegetariana: inclui frango e peixe na dieta, mas esta prática não é reconhecida como uma dieta vegetariana pela Sociedade Vegetariana
  • vegana: exclui qualquer produto de origem animal, sendo composta apenas por alimentos vegetais
Dentre esses tipos, o veganismo é o mais restritivo, e é visto não apenas como uma opção alimentar, mas como um estilo de vida. Muitas vezes, os produtos animais são evitados não só na alimentação, mas no dias-a-dia, como: couro, lã, pele, mel, gelatina, que variam de acordo com o indivíduo praticante.

De acordo com a American Dietetic Association, é sim uma dieta viável do ponto de vista da saúde, pois fornece todos os nutrientes necessários ao organismo, entretanto, casos em que as restrições são severas podem trazer prejuízos à saúde.

Tudo depende de como esta dieta é seguida, já que algumas incluem grandes quantidades de frituras, massas (mais calóricas), molhos (muita gordura e sódio), etc. Além disso, a exclusão de produtos animais pode causar deficiência de ferro (o que leva a anemia), de cálcio, de vitamina B12, etc.

A dieta vegetariana pode ser muito saudável, se seguida corretamente, contendo alta quantidade de fibra, vitaminas, minerais, antioxidantes, entre outros benefícios advindos dos vegetais...

Basta escolher a receita certa para as preparações do dia-a-dia. Confira o Portal Nurtição em Foco.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Barra de cereal potente!

Quem nunca optou por uma barrinha de cereal no dia-a-dia?

Para ter um lanche saudável e pouco calórico, para ingerir fibras, para enganar a vontade de comer doce, por praticidade.... Muitos são os motivos para degustá-la.

E o mercado só crece. A cada dia novos sabores são lançados, novos tamanhos, com mais propriedades. A última saiu de uma universidade:

Pesquisadores da Universidade de São Paulo desenvolveram uma barra de cereal que apresenta em sua composição as bactérias Lactobacillus acidophilus e Bifidobacterium, que tem efeito comprovado no bom funcionamento do intestino. Essas bactérias agem competindo com as bactérias maléficas ao organismo, diminuindo o risco de ocorrência de algumas patologias. Além disso, os microorganismos permitem que o organismo apresente uma melhor absorção de alguns nutrientes, como o cálcio, o magnésio e o ferro.


A novidade é que uma das camadas da barra de cereal é composta por sorvete, onde são adicionadas as bactérias.

A idéia foi boa, mas será que essa moda pega?


Por falar em barra de cereal, será que todas são mesmo uma opção saudável e nutritiva?
O Portal Nutrição em Foco tem uma matéria especial sobre o consumo e a escolha das barrinhas de cereais. Tire suas dúvidas!

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Pecados de final de semana

Acordei com uma vontade louca de comer doce!

Quando isso acontece, uma frutinha é a melhor solução. Doce, deliciosa e saudável. Ou então a segunda opção: gelatina. Bem colorida e, pelo menos, tem poucas calorias.. só não vale despejar leite condensado em cima.
Só que dessa vez, o que eu queria era um doce mesmoooo, de verdade! Nada de frutinhas. Já que é assim, tentei pensar na melhor opção...
Fui até a sessão Gastronomia do Portal Nutrição em Foco e procurei uma receita gostosa e que não fosse uma bomba. Olha o que eu encontrei:

Arroz doce diet. Uma delíciaaaa. É só clicar no link para pegar a receita e aproveitar!


Boa semana pra vocês.

beijos
;]

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

O que é Tartrazina?

No último dia 18, a Justiça Federal de São Paulo determinou que a ANVISA deve alterar o normativo sobre o corante Tartrazina, em um prazo de 30 dias. A legislação atual exige que a existência deste corante em produtos deve constar no rótulo do mesmo. A nova exigência passará a ser de que estes produtos devem conter o seguinte aviso: " Este produto contém o corante amarelo Tartrazina, que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetil salicílico".


Mas afinal, o que é Tartrazina e quais são os efeitos do seu consumo???

A Tartrazina é um pigmento sintético que provoca a coloração amarelo-limão, mas que também pode causar alguns efeitos verdes, se combinada com outros pigmentos. É utilizada tanto como corante alimentar quanto em alguns medicamentos e cosméticos. Na alimentação, seu uso mais frequente ocorre em balas, gomas de mascar, gelatina e condimentos.

Os estudos sobre os efeitos da Tartrazina ainda não são conclusivos, entretanto ela é relacionada com a ocorrência de reações alérgicas em pessoas sensíveis a este corante, como: asma, bronquite, urticária, rinite, náusea, broncoespasmo, eczema e dores de cabeça. Em decorrência disso, a utilização deste corante é proibida em alguns países, como a Noruega, por exemplo.

A incidência de reações alérgicas decorrentes do consumo deste pigmento são baixas, conforme alguns estudos. Na população americana, não ultrapassa 4% da população. Porém, é importante o conteúdo dessas informações nos rótulos, visto que seus efeitos podem ser confundidos com efeitos colaterais de medicamentos.

Dentre os medicamentos que contém a Tartrazina, os principais são os antidepressivos. Mas, falando em medicamentos..as estatísticas mostram que cerca de 22% das pessoas que apresentam alergia à aspirina também desenvolvem as reações alérgicas decorrentes da Tartrazina.

A nova legislação fundamenta-se no fato de que a população tem o direito de obter informações precisas a respeito dos produtos que consome, bem como de seus componentes que podem ser nocivos à saúde.

O caso pode gerar polêmicas, mas é uma informação a mais para o consumidor. Basta agora haver divulgação sobre este corante e seus possíveis efeitos, visto que grande parte da população não em conhecimento a respeito do mesmo.

Quer mais notícias interessantes?? Clique aqui.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Óleo de Palma

A palma está longe de ser apenas um vegetal típico do sertão nordestino, utilizado como alimentação animal e, eventualmente, como alternativa dos sertanejos para não passarem fome.
Atualmente, muitas utilidades para esta planta tem sido exploradas.

Cerca de 80% da produção mundial é destinada à indústria alimentícia: azeite de dendê, margarinas, produtos lácteos, sorvetes, bolachas, etc. (Sim! Para os que, assim como eu, desconheciam o fato: o óleo de palma é o tão conhecido azeite de dendê - típico da culinária baiana). Os outros 20% são aplicados com grande versatilidade: biodiesel, medicamentos, cosméticos, saponáceos, velas, lubrificantes...

A palma é uma planta de origem africana. Da polpa de seu fruto é produzido o Óleo de Palma e de sua semente é extraído o Óleo Palmiste (que difere do óleo de palma em termos de composição de ácidos graxos).

Nutricionalmente, o óleo de palma possui muitas características boas:
  • Apresenta composição equilibrada entre ácidos graxos saturados (ácido palmítico e ácido esteárico) e insturados (ácido oléico e ácido linoléico);
  • É fonte de carotenóides;
  • Apresenta antioxidantes em sua composição;
  • Apresenta grande quantidade de Vitamina E.
Os ácidos graxos saturados são considerados gorduras "ruins", pois são elas as responsáveis por danos ao organismo (como o acúmulo de gorduras nas artérias, por exemplo), entretanto, o ácido palmítico presente no óleo de palma é menos hipercolesterolêmico que os demais ácidos graxos saturados. Além disso, o óleo de palma tem um teor de gordura saturada bem menor que outros óleos, como o óleo de côco e o próprio óleo palmiste.

O ácido oléico é um ácido graxo monoinsaturado. Estudos demontram que este tipo de gordura pode ajudar a diminuir o colesterol LDL (conhecido como mau colesterol), além de manter os níveis de HDL (o bom colesterol) no sangue. Efeito este que também pode ser atribuído aos ácidos graxos poliinsaturados, como o ácido linoléico (ou ômega-6).

Os carotenóides são precursores de vitamina A, entre outras várias funções, ajuda a manter a saúde da pele, dos cabelos, auxilia o crescimento e a absorção de vitaminas.

A vitamina E também desemprenha diversas funções, dentre elas a prevenção de danos às células, formções de radicais livres e auxilia o bom funcionamento do sistema cardiovascular.

O óleo de palma apresenta um baixo custo de produção, por isso sua aplicação em produtos de tão diferentes áreas. Entretanto, nutricionalmente, os benefícios estão presentes apenas na forma bruta do óleo e são perdidos durante o refino. Para tanto, novos métodos tem sido desenvolvidos para evitar a perda desses componentes.

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, as gorduras não são maléficas ao organismo. O que provoca danos é o excesso do consumo deste nutriente. Conforme já dito acima, os lipídios tem participação na regulação do colesterol, no funcionamento do sistema nervoso, na saúde da pele, unhas, cabelos... Enfim, se não tiver excessos também não terá problema!!

Falando nisso, confira algumas opções de alimentação saudável visistanto a sessão Gastronomia do Portal Nutrição em Foco.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Pra acabar com os "pequi" de Goiás!

Eu, como uma goiana de coração que sou (ja que na identidade eu sou gaúcha), adoro os pratos típicos de Goiás. E, nesta época, nada mais natural que um bom arroz com pequi no almoço.

Estamos recebendo duas primas do Sul do país em casa esta semana e mostrando a culinária típica para elas. Pamonha, curau, mané pelado... tudo aprovado. Mas na hora do pequi... a primeira impressão não foi das melhores.

Realmente, o pequi tem um sabor bem característico. Não é qualquer um que goste e, às vezes, pode demorar um pouco para a afinidade surgir. Além disso, sempre tem o medo dos tais espinhos que podem acabar com a festa de qualquer um que se atrever a dar uma mordida mais forte...

Entretanto, depois de aprender a apreciar o fruto, é só se divertir: pode ser consumido puro ou com outros alimentos (como arroz e frango), in natura ou em conserva. Nutricionalmente, sua compoisção é de maioria lipídica, apresentando os ácidos graxos oléicos e palmíticos. Também apresenta fibras e alguns antioxidantes.

É só deixar o preconceito de lado e saborear os pratos feitos com este fruto do cerrado.

Leia mais sobre o assunto no Portal Nutrição em Foco.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Novidades nas férias

Final de ano, férias, viagem... Tem coisa melhor?

Passei os últimos dias de 2009 no Rio de Janeiro.
Não conheciaa cidade. Ameeeei. Não é atoa que há tantos elogios sobre o Rio. A viagem foi perfeita. Conheci lugares lindos e a companhia foi muito boa...

A única coisa que me atrevo a reclamar um pouquinho é do calor. Realmente, é como diz a música: "Rio 40 graus".

Para um sol tão escaldante e uma pessoa tão branca quanto eu, não há muito o que fazer, senão um protetor solar fator 50 na pele e opções bem refrescantes no cardápio.

Fui a um restaurante "natureba"e me encantei com as opções do cardápio. Muito diversificadas, saudáveis e nada de "comidinha sem graça"... Decidi experimentar algo diferente e acertei na escolha: Suco de amora.
Uma delííícia. Um doce-azedo que encanta qualquer um e, de quebra, uma cor bem chamativa pra combinar com qualquer prato.

A amora é rica em fósforo, potássio e cálcio e as vitaminas A, B e C. Contém ácido cítrico e tem propriedades depurativas, digestivas e refrescantes. Poderosas propriedades anti-oxidantes, por sua alta concentração de vitaminas C. A amora preta contém pectina em abundância, uma fibra solúvel que ajuda a reduzir os níveis de colesterol no sangue, e é muito recomendada aos que tem o organismo saturado de ácidos, como os que sofrem de reumatismo, gota, artrite.

Uma perfeita combinação de sabor, beleza e saúde!

Experimentem.

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Beijoooos

E um feliz 2010 a todos!

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Tudo são flores

No Brasil, não há a tradição do uso de flores como alimento e o pouco que se sabe sobre elas está nos livros que se ocupam de plantas medicinais. Três delas, brócolis, alcachofra e couve-flor têm importância crescente no país, dadas as suas características nutricionais.
Na Idade Média as flores eram utilizadas para dar mais beleza aos pratos; serviam também como calendário pelo qual os homens percebiam a passagem do tempo.



As flores comestíveis quase não apresentam contra-indicações para os seres humanos, podendo ser consumidas em pratos culinários de vários tipos como assados, cozidos, saladas e sopas; e na forma líquida como bebidas alcoólicas, infusões e refrescos, havendo, portanto muitas maneiras de utilizar flores em culinária.

No entanto, algumas flores podem conter substâncias tóxicas. Por essa razão, só se deve usar flores quando se tiver certeza de que não contém substâncias prejudiciais.
Muitas flores fazem parte de pratos culinários, dando a eles perfumes e sabores, além de uma bela decoração. Como já citado, as flores comestíveis mais conhecidas são o brócolis, a couve-flor e a alcachofra, que na maioria das vezes são conhecidas como hortaliças e não como a inflorescência da planta correspondente.
Entretanto, outras flores também podem fazer parte da alimentação, como a flor de abóbora, de acácia, de açafrão, amor-perfeito, alcachofra, calêndula, crisântemo, capuchinha (também conhecidas como nastúrcio), entre outras.

Abaixo são descritas características de algumas flores comestíveis citadas acima:

Capuchinha: flores com sabor picante (devido aos compostos sulfurados), sendo de uso ornamental, alimentício e terapêutico. É utilizada como digestivo, depurativo e cicatrizante, além de apresentar alto teor de vitamina C, despertando enorme interesse em estudos na área fitoquímica é rica em um carotenóide, a luteína, que está relacionada com a prevenção de doenças como a catarata e a degeneração macular, principal causa de cegueira entre pessoas com mais de 55 anos. Folhas e flores são fontes de vitamina C e sais minerais como nitrogênio, enxofre, iodo, ferro, potássio e fosfatos e podem ser utilizadas em saladas. As flores possuem vários pigmentos naturais do grupo dos carotenóides e também um corante chamado sorbusina, utilizado na indústria alimentícia. Os botões florais e os frutos verdes preparados em conservas com vinagre e sal são bastante consumidos na Europa e conhecidos como alcaparras da Índia ou alcaparras do campo.

Calêndula: comum encontrar como planta ornamental. Apresenta como principais constituintes químicos flavonóides, carotenóides, taninos, poliacetilenos e esteróis. É extensamente utilizada pelas indústrias farmacêutica, cosmética e alimentícia e pela população em geral por causa das suas atividades antiinflamatória e antiedematosa. Estudos demonstraram que o extrato de Calêndula induziu a formação de vasos sanguíneos. Outras atividades farmacológicas tem sido reportadas tais como: imunomodulatória por estimulação na granulocitose; anti-tumoral; antimutagênica e antiviral; antimicrobiana.

Alcachofra: Os principais componentes químicos presentes nas folhas da alcachofra são os ácidos fenólicos, flavonóides e sesquiterpenos. A cinarina é relatada como princípio ativo da planta. Vários estudos biológicos com extratos de alcachofra, realizados tanto em animais quanto em humanos, demonstraram atividades hipolipidêmica, hepatoprotetora, colerética, colagoga, antioxidante e outras.

Couve-flor e Brócolis: pertencem à família Brassicaceae (Cruciferae), utilizados como hortaliças, forragens, óleo, bem como plantas ornamentais e medicinais. O consumo de vegetais crucíferos, particularmente o brócoli, tem sido associado com a redução do risco de câncer de mama em mulheres na pré-menopausa. Além dos efeitos anticarcinogênicos, as brássicas são nutricionalmente importantes devido aos elevados teores de vitamina C, minerais e fibras, encontrados nas inflorescências e folhas dessas hortaliças. No entanto, apenas as inflorescências da couve-flor e brócoli são aproveitadas, correspondendo a parte comestível e industrializável.

E aí, qual a sua preferida?