domingo, 21 de fevereiro de 2010

Pecados de final de semana

Acordei com uma vontade louca de comer doce!

Quando isso acontece, uma frutinha é a melhor solução. Doce, deliciosa e saudável. Ou então a segunda opção: gelatina. Bem colorida e, pelo menos, tem poucas calorias.. só não vale despejar leite condensado em cima.
Só que dessa vez, o que eu queria era um doce mesmoooo, de verdade! Nada de frutinhas. Já que é assim, tentei pensar na melhor opção...
Fui até a sessão Gastronomia do Portal Nutrição em Foco e procurei uma receita gostosa e que não fosse uma bomba. Olha o que eu encontrei:

Arroz doce diet. Uma delíciaaaa. É só clicar no link para pegar a receita e aproveitar!


Boa semana pra vocês.

beijos
;]

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Para o carnaval: água!

A água é o componente mais abundante do nosso corpo. Sua porcentagem em relação ao peso total varia de acordo com a fase do ciclo de vida em que o indivíduo se encontra, dependendo da proporção de músculos e gordura. No organismo, apresenta muitas funções metabólicas importantes e participa de praticamente todas as reações corporais. Ou seja, se não tiver água, nada funciona normalmente!


É aí que surge a desidratação. Basicamente, é a perda excessiva de água corporal e acontece quando a ingestão hídrica é menor que a perda de água. Pode ocorrer devido à vários motivos:

  • diarréia
  • vômitos
  • ingestão insuficiente de líquidos
  • urina em excesso (muito comum quando há o uso de diuréticos)
  • sudorese excessiva (principalmente em atividades físicas prolongadas e calor excessivo)
  • exposição prolongada à luz solar
  • febre
Muito se fala sobre a quantidade de água que deve ser ingerida diariamente, mas não se chegou a um consenso ainda. Uma quantidade aproximada seria de 35ml/kg de peso corporal. Entretando, não é facil se determinar essa quantidade, já que deve-se levar em conta as características metabólicas individuais, o tipo de atividade, a composição corporal, etc.

A desidratação é uma doença de fácil prevenção e tratamento, porém, apresenta sintomas graves e alta incidência. Ocorre mais facilmente e com mais severidade em crianças, já que a perdem água com mais facilidade. Os principais sintomas da doença são: dores de cabeça, fadiga, apetite diminuído, tontura, turgor cutâneo (elasticidade da pele) precário.

A sede é um bom parâmetro para o consumo de água. Quando sentimos sede é sinal de que já perdemos um pouco de água do nosso corpo, porém, uma pequena quantidade (cerca de 1% do peso corporal). Basta beber água é essa perda é reposta. Entretanto, a medida que a perda de água aumenta, as consequências se agravam. Quando a perda resulta em uma diminuição de 5% do peso corporal, o indivíduo sente uma extrema dificuldade de concentração. Quando essa perda chega a 10% do peso corporal, os sintomas são muito graves (insuficiência do volume sanguíneo - que está diminuído, insuficiência renal...) e quando atinge 20%, pode causar a morte.

Como prevenção, é importante ingerir líquidos (principalmente água) regularmente, usar roupas leves e frequentar ambientes arejados, higienizar alimentos (para evitar doenças gastrintestinais que facilitam a perda de água - p. ex: diarréia), etc. O tratamento varia com a gravidade da desidratação e pode ser apenas com reposição de água ou também com repoisção de eletrólitos, contidos em bebidas específicas ou no famoso soro caseiro (água + açúcar + sal).


Sendo a prevenção tão simples, vamos evitar a desidratação e beber muito líquidos. No Portal Nutrição em Foco você encontra muitas receitas de bebidas deliciosas e saudáveis.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Relação cálcio:fósforo

É praticamente senso comum que o cálcio é um nutriente muito importante para o bom funcionamento do organismo. É o mineral mais abundante no nosso corpo, sendo que a maior parte dele (99%) está localizado nos ossos e dentes e o restante encontra-se no sangue e nos tecidos.

O cálcio desempenha várias funções no organismo: contração muscular, transporte de nutrientes, transmissão nervosa, etc. Entretanto, a mais importante delas (porque utiliza a maior parte do mineral) é a manutenção da massa óssea. Os ossos do esqueleto tem seu maior nível de crescimento e calcificação nos primeiros anos de vida, porém, esse processo continua ocorrendo até o chamado "pico ósseo" - o valor máximo de massa óssea atigido pelo organismo, já que a calcificação está completa. Este pico ocorre na idade adulta, mas não há um consenso sobre a idade exata.

Desta forma, é muito importante o consumo de cálcio, inclusive na idade adulta. Sua deficiência pode causar diversos problemas: osteomalácia, osteoporose, hipertensão, cancer de cólon, entre outros.

Além disso, nem todo o cálcio consumido é absorvido. Pesquisas mostram que adultos absorvem, em média, 30% do cálcio ingerido, podendo variar de 10% a 60%. Esta absorção pode ser influenciada por alguns fatores, como a forma de ingestão do cálcio ou a combinação de nutrientes. O oxalato (presente no espinafre e na acelga) se une com o cálcio e forma o oxalato de cálcio, que não é absorvido. A mesma coisa ocorre com o fitato ( encontrado em casca de castanhas, sementes e grãos).

Outro fator de influência é a presença de fósforo. Este é o segundo mineral mais abundante no organismo e também está presente em ossos e dentes, porém, sua maior importância ocorre nas funções que desempenha nas células (formação de DNA, ATP, cAMP, etc.).

A relação do cálcio com o fósforo se dá a nivel intestinal, quando a absorção de cálcio é mais eficiente se a quantidade de fósforo for a metade da quantidade de cálcio. Ou seja, a relação cálcio:fósforo ótima é iagual a 2:1.

Sendo assim, vamos procurar manter uma alimentação saudável, tentando variar as fontes de ingestão de cálcio (leite e derivados, soja, folhas verde escuras) e de fósforo (carnes, aves, peixes, ovos) e garantir as quantidades necessárias ao organismo.

Falando nisso, que tal receitas diferentes, gostosas e saudáveis? Clique aqui.