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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Os poder dos alimentos afrodisíacos!!

“Apetite e sexo são os grandes motores da história: preservam e propagam a espécie, provocam guerras e canções, influenciam religiões, a lei e a arte” (Isabel Allende, 2002)

É fato que desde a antiguidade as pessoas buscam algo que potencialize o amor, o desejo e a paixão. E é em torno dos alimentos que gira uma série de simbologia que se acredita ser capaz de produzir tais efeitos.

O termo ‘afrodisíaco’ vem do grego (aphrodisiakós), sendo originado a partir do nome
Afrodite, a deusa da beleza, da ternura e da sensualidade.

Mas qual será o real efeito dos alimentos considerados afrodisíacos no organismo? Confira abaixo alguns dos alimentos com esse poder e seus benefícios.




Carne: fonte de zinco, que combate a prolatina, hormônio responsável pela disfunção erétil, além de ser rica em arginina, um aminoácido com função de liberar o óxido nítrico, neurotransmissor que auxilia a ereção.




Mel: a presença de vitaminas do complexo B e C e de minerais do pólen estimula a produção de hormônios sexuais.




Azeite: uma boa fonte de gordura, que participa no transporte e armazenamento de vitaminas lipossolúveis, além de influenciarem na temperatura corporal.






Amendoim: protéico, energético e tem vitamina B3 que proporciona a vasodilatação, facilitando a irrigação de sangue nos órgãos genitais.







Chocolate: o cacau também é rico em arginina. Além disso, aumenta os níveis de serotonina, melhorando o humor e provocando sensação de prazer.






Ostra: rica em zinco, que induz à produção de hormônios ligados ao sexo, facilitando a secreção vaginal



Pimenta: contém capsaicina, que aumenta a freqüência cardíaca e a circulação sanguínea, além de efeito estimulante na circulação dos órgãos genitais e de
ser um ótimo analgésico.



Peixes: ricos em ômega-3 e ácidos graxos, que elevam as taxas dos hormônios sexuais. Além disso, contém triptofano, aminoácido que reduz a ansiedade, a tensão e a sensibilidade a dor.



Romã: contem polifenóis, que ajudam na circulação sanguínea do corpo, colaborando diretamente para uma boa relação sexual.




Vinho: a bebida aumenta os níveis de estrogênio e facilita a circulação sanguínea, e faz as pessoas se sentirem quentes.


Podem ser considerados alimentos afrodisíacos também os derivados de lendas, que inspiram o imaginário dos apaixonados, sendo que as ervas são as principais representantes deste grupo, bem como os alimentos fálicos, que apresentam sua forma semelhante aos órgãos genitais, podendo despertar o desejo sexual: aspargos, morango, figo, banana, etc.



Referências:

ALBUQUERQUE, S. S. A gastronomia e o amor: os alimentos afrodisíacos. 2004. 76 f. Monografia (Especialização em Gastronomia e Segurança Alimentar). Universidade de Brasília, Brasília, 2004.

Abril.com: 11 alimentos afrodisíacos que potencializam o desempenho na cama

Portal Meu Nutricionista: Dia do Sexo: Hummm... aproveite dos alimentos afrodisíacos!

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Frutas vermelhas: deliciosas e poderosas...

Os radicais livres são compostos formados durante diversas reações celulares oxidativas. Esses compostos causam danos ao organismo e podem contribuir para o aparecimento de diversas doenças, como: inflamações, tumores malignos, mal de Alzheimer e doenças cardiovasculares, além de acelerarem o processo de envelhecimento.

Ahhhhhhhh,e agora??? Meu próprio corpo produz substâncias prejudiciais
e que me deixam mais velhaaa..



Não precisa se desesperar.. O organismo humano desenvolveu sistemas de defesa para lidar com eles: os sistemas antioxidantes, que atuam contra a ação dessas substâncias. Além disso, você também pode dar uma forcinha com a alimentação, através dos antioxidantes presentes em alimentos, obtidos principalmente em produtos de origem vegetal.

Os principais antioxidantes nos vegetais são as vitaminas C e E, os carotenóides e os compostos fenólicos, especialmente os flavonóides.



As frutas vermelhas são alimentos que contém uma grande quantidade e diversidade de antioxidantes. Não é a toa que o consumo delas vem aumentando no mundo todo!

Estas frutas (uva, cereja, framboesa, morango, amora, melancia...) são ótimas fontes de flavonóides e antocianinas, compostos capazes de doar hidrogênio ou elétrons aos radicais livres, estabilizando estes compostos e impedindo sua ação. Além disso, também podem impedir a oxidação de vários ingredientes do alimento, particularmente de lipídios.

Também apresentam em sua composição os carotenóides, substancias com alto poder antioxidante e que podem atuar como agentes protetores ao organismo.


Depois de saber disso é só aproveitar essas frutas lindas, deliciosas e muito saudáveis.

Mas não se esqueça, as frutas são ricas em vitaminas e minerais e, assim como os demais alimentos, seu consumo dever ser variado. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, o consumo de frutas deve ser de aproximadamente 4 porções diárias.




Referências:

SILVA, M. L. C.; COSTA, R. S.; SANTANA, A. S.; KOBLITZ, M. G. B. Compostos fenólicos, carotenóides e atividade antioxidante em produtos vegetais. Semina: Ciências Agrárias, Londrina, v. 31, n. 3, p. 669-682, 2010.

FALLER, A. L. K.; FIALH, E. Disponibilidade de polifenóis em frutas e hortaliças consumidas no Brasil. Revista de Saúde Pública, v. 43, n. 2, p.211-218, 2009.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Álcool: seus efeitos no organismo

O consumo de bebidas alcoólicas se tornou uma prática comum entre os indivíduos e, muitos deles, não conseguem abolir o seu consumo no dia-a-dia. Em virtude disso, o Chá das Cinco vai discutir, em algumas postagens, os efeitos do álcool no organismo e como seu consumo pode ser feito sem prejuízos à saúde.

O consumo de álcool se deve a vários fatores e, em geral, é apreciado em função de seu sabor, encanto, cor, aroma e outros efeitos inebriantes que provoca.

Entretanto, é necessário estar atentos a alguns pontos, para que seu consumo seja feito de forma consciente e sem prejudicar a saúde. De maneira geral, os efeitos da bebida alcoólica dependem de características individuais, como genética, estado geral de saúde, ambiente de uso, dose e tempo de ingestão.

O álcool é não pode ser estocado no organismo. Como uma substância tóxica, deve ser eliminado imediatamente. Desta forma, tem prioridade no metabolismo, alterando o metabolismo normal e favorecendo o estoque de gorduras no organismo, que se depositam preferencialmente na área abdominal.

Para quem bebe socialmente, o álcool é metabolizado por uma via que produz ATP, ou seja, energia. Assim, o consumo “social” de álcool pode gerar um ganho de peso. Para os etilistas crônicos, o metabolismo do álcool ocorre por uma via que, ao invés de gerar energia, gasta, ocasionando uma perda de peso e, a longo prazo, desnutrição.

O consumo de álcool pode trazer algumas conseqüências:

  • Deficiência de vitaminas
  • Diminuição da secreção de ácido gástrico, contribuindo para a um supercrescimento bacteriano no intestino
  • Diminuição da imunidade
  • Anemia
  • Doença no fígado
  • Má absorção
  • Maior excreção de nutrientes pela urina


Estas são apenas alguns dos prejuízos obtidos através do consumo exagerado de álcool. É importante lembrar que estes fatores não aparecem sozinhos, e sim, em conjunto, o que agrava os efeitos negativos à saúde.