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terça-feira, 23 de novembro de 2010

Álcool: seus efeitos no organismo

O consumo de bebidas alcoólicas se tornou uma prática comum entre os indivíduos e, muitos deles, não conseguem abolir o seu consumo no dia-a-dia. Em virtude disso, o Chá das Cinco vai discutir, em algumas postagens, os efeitos do álcool no organismo e como seu consumo pode ser feito sem prejuízos à saúde.

O consumo de álcool se deve a vários fatores e, em geral, é apreciado em função de seu sabor, encanto, cor, aroma e outros efeitos inebriantes que provoca.

Entretanto, é necessário estar atentos a alguns pontos, para que seu consumo seja feito de forma consciente e sem prejudicar a saúde. De maneira geral, os efeitos da bebida alcoólica dependem de características individuais, como genética, estado geral de saúde, ambiente de uso, dose e tempo de ingestão.

O álcool é não pode ser estocado no organismo. Como uma substância tóxica, deve ser eliminado imediatamente. Desta forma, tem prioridade no metabolismo, alterando o metabolismo normal e favorecendo o estoque de gorduras no organismo, que se depositam preferencialmente na área abdominal.

Para quem bebe socialmente, o álcool é metabolizado por uma via que produz ATP, ou seja, energia. Assim, o consumo “social” de álcool pode gerar um ganho de peso. Para os etilistas crônicos, o metabolismo do álcool ocorre por uma via que, ao invés de gerar energia, gasta, ocasionando uma perda de peso e, a longo prazo, desnutrição.

O consumo de álcool pode trazer algumas conseqüências:

  • Deficiência de vitaminas
  • Diminuição da secreção de ácido gástrico, contribuindo para a um supercrescimento bacteriano no intestino
  • Diminuição da imunidade
  • Anemia
  • Doença no fígado
  • Má absorção
  • Maior excreção de nutrientes pela urina


Estas são apenas alguns dos prejuízos obtidos através do consumo exagerado de álcool. É importante lembrar que estes fatores não aparecem sozinhos, e sim, em conjunto, o que agrava os efeitos negativos à saúde.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Ervas e especiarias: exóticas e marcantes

As ervas e especiarias tem sido amplamente utilizadas pela gastronomia, com objetivo de enriquecer os pratos, tanto em sabor quanto em aparência.

Ervas são vegetais que servem para aromatizar as preparações culinárias, podendo ser encontradas como folhas, sementes, flores ou bulbos.

As especiarias são temperos ou condimentos que, além de proporcionar sabores diferentes e exóticos, auxiliam na conservação dos produtos.


As ervas aromáticas mais conhecidas são: manjericão, alecrim, manjerona, hortelã, sálvia, estragão, salsa, cebolinha, coentro, louro, tomilho e outras. As principais especiarias são: pimenta, gengibre, cravo, canela, noz moscada, açafrão, cardamomo e
ervas aro
máticas.

As ervas e especiarias podem ser utilizadas em quaisquer preparações, servindo como decoração, modificando a aparência visual e tornando os pratos mais temperados, atraentes e requintados. Entretanto, deve-se tomar cuidado com a quantidade utilizada,
pois o sabor acentuado pode descaracterizar o prato. Além disso, devem ser acrescentadas no final do preparo, para não desaparecerem e perderem o sabor.

Esses produtos são uma boa opção para hipertensos, que necessitam reduzir o sal da alimentação, visto que oferecerão um paladar bastante agradável.

As ervas devem ser utilizadas preferencialmente frescas. Se forem utilizadas secas, deve-se reduzir a quantidade à metade. As especiarias são
mais eficientes quando inteiras, pois mantém o óleo essencial protegido por mais tempo e são estes óleos que darão sabor aos alimentos. Quando moídas, perdem parte do sabor e
aroma.

Acredita-se que algumas ervas e especiarias podem apresentar efeitos além da culinária, como o manjericão, conhecido por estimular o impulso sexual e aumentar a fertilidade, além de produzir uma sensação de bem-estar. Também é considerado afrodisíaco por ter a propriedade de melhorar a circulação sangüínea, bem como as pimentas. Algumas especiarias são utilizadas na fabricação de cosméticos, óleos e medicamentos.







Quer saber como utilizar estes ingredientes
para incrementar sua cozinha?
Clique aqui e aprenda como se faz uma
receita de Azeite aromatizado.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Cozinha: geladeira organizada

Se voce abriu a porta de geladeira e o pote de margarina caiu, é melhor não colocá-lo de volta. Está na nora de organizar a geladeira!!!

O primeiro passo é limpá-la adequadamente: tire da tomada, deixe descongelar, retire as partes removíveis e lave-as separadamente. O interior da geladeira deve ser limpo com uma esponja, sabão neutro, detergente ou uma mistura de água bicarbonato de sódio. Depois disso, deve ser limpo até saírem todos os resíduos de sabão (ou outra substância utilizada para a limpeza). Recoloque as partes removíveis e pronto, agora é só guardar os alimentos.

É importante saber que a geladeira tem temperaturas diferentes, e isso é um dos fatores que determinas o local correto de armazenagem dos alimentos. A gaveta que fica logo abaixo do congelador (quando houver) e a 1ª prateleira é a área onde a temperatura é menor. As prateleiras intermediárias e a de baixo apresentam uma pequena elevação na temperatura.

Na gaveta superior devem ser guardados os derivados de leite: iogurtes, queijos, requeijão, margarina, etc. Esses alimentos precisam de uma temperatura mais baixa, pois são altamente perecíveis.

Na primeira prateleira devem ser guardados os alimentos que já estão prontos para o consumo (as sobras do almoço, por exemplo) e os alimentos crus, que já foram higienizados e não serão aquecidos/cozidos para comer (frutas, frios, etc.).

Nas prateleiras intermediárias, armazene os alimentos semi-prontos, os de consumo rápido, os ovos (que não devem ser armazenados na porta), enfim, qualquer alimento que não esteja cru e nem pronto.

Na prateleira inferior, armazene os alimentos crus e que necessitam de cozimento para serem consumidos, assim, se houver algum tipo de contaminação, ela será eliminada com as altas temperaturas do cozimento. Nesta prateleira também podem ser armazenadas algumas frutas, desde que embaladas em sacos plásticos.

A gaveta inferior é destinada ao armazenamento de hortaliças, mas também podem ser guardadas algumas frutas. Antes de utilizar os alimentos guardados nesta parte, todos devem ser higienizados corretamente.

Na porta da geladeira podem ser armazenados condimentos, temperos, molhos industrializados e bebidas em geral.

Quer saber mais dicas de como deixar sua geladeira organizada e seus alimentos com qualidade e maior durabilidade? Visite o Portal Nutrição em Foco e confira a matéria especial sobre organização de geladeira.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Copa? Não! Festa Junina... Canjica!!!

Festa Juninas chegando e todas quelas comidinhas estão em alta..
Que tal conhecer um pouco mais sobre uma delas?

Canjica...


A canjica é um prato doce, típico da culinária brasileira. É um prato que varia de acordo com a região brasileira, mas basicamente tem como ingredientes o milho verde ou milho branco, leite e açúcar. Opcionalmente, pode levar ainda amendoim e leite de coco. A canela dá o toque final ao prato.

Historicamente, o nome canjica vem do banto (kanjica), que refere a um tipo de papa elaborada com a farinha de milho branco ou milho verde ralado. Em algumas regiões, pode ser conhecida como curau ou mingau de milho branco. Assim como outros pratos, acredita-se que a canjica também tenha sido incorporada à culinária brasileira através dos escravos.

Relatos históricos mostram que, para os indígenas, o milho não era um alimento tão importante quanto a mandioca. Sendo assim, a produção de milho e de pratos derivados deste vegetal só começaram a ser incorporadas à alimentação brasileira através de portugueses e de africanos. Fazia parte da cultura desses povos, ter como sobremesa a canjica temperada com açúcar, nas mesas da população da cidade do Rio do Janeiro.



Para saber sobre as caracterísiticas nutricionais deste delicioso prato, acesse a seção Alimentos, no Portal Nutrição em Foco.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Pólen é alimento??

Pólen é comida de abelha, sendo a principal fonte protéica de sua alimentação. O néctar é a fonte de carboidratos, o pólen é a fonte de proteínas, minerais e lipídeos.

É retirado das flores, pelas abelhas. Os apicultores, por sua vez, usam uma espécie de tela na entrada da colméia. Os furos são tão estreitos que, para passar, as abelhas são obrigadas a derrubar os grãozinhos do lado de fora.

Mas nem todo pólen é coletado. Como a tela também tem furos maiores, dois terços da comida extraída das flores vão para dentro da colméia e se transformam no pão das abelhas. O pólen é mais uma evidência de que o que é bom para as abelhas, é excelente para a gente também.

“O pólen no nosso meio é conhecido como bifinho verde. E ele tem uma composição físico-química básica de proteínas similar a um bife, em torno de 20%. Ele tem lipídeos. Esse lipídeo é um lipídeo muito bom com propriedades antioxidantes. É uma gordura, mas uma gordura boa”, destaca Lídia Barreto, coordenadora do Centro de Estudos Apícolas da UNITAU.

E ele desperta cada vez mais a curiosidade dos pesquisadores. Em um laboratório da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo, as pesquisas com pólen mostraram que ele pode ajudar a combater as doenças do envelhecimento.

“Comprovamos, na verdade, que ele tem as três vitaminas antioxidantes, beta caroteno como a pró-vitamina A, a vitamina C e a vitamina E, que são as três antioxidantes”, afirma a farmacêutica bioquímica Lígia Muradian, da USP.

O pólen também é rico em vitaminas do complexo B, que ajudam, por exemplo, no funcionamento do sistema nervoso central, na prevenção e tratamento de cataratas. O grãozinho surpreende.

“Para se ter ideia, as quantidades que foram encontradas de vitamina B1 podem ser associadas às quantidades que se encontra dessa vitamina nas carnes de porco, por exemplo. As quantidades de vitamina B2 que nós encontramos eram superiores às quantidades que se encontra no leite”, explica a química Vanilda Soares de Arruda.

“Acredito que ele deve ser encarado como alimento, um alimento que tem efeito preventivo contra algumas doenças”, ressalta a nutricionista Ilana Pereira de Melo.

A repórter Mônica Teixeira experimenta o pólen na cozinha do laboratório da USP e aprova. “Tem um gosto como se eu tivesse comendo um cereal matinal. É bem crocante. Não parece com mel, mas dá para comer puro sem o menor problema”, comenta.

A recomendação é ingerir 5 gramas por dia, o equivalente a uma colher de sopa, mas ele não precisa ser puro. O pólen está sendo testado como ingrediente na culinária. E já existem maneiras bem mais saborosas de garantir a dose diária desse alimento.

Na Universidade de Taubaté, a cozinha é um laboratório, onde o sabor do pólen é posto à prova: no molho da salada, na salada de fruta, no patê, bolos, biscoitos de pólen e até trufas e bombons.



Este texto foi adaptado da reportagem exibida no programa Globo Repórter. Confesso que axei a reportagem interessante e intrigante ao mesmo tempo. Vou pesquisar mais sobre o assunto e escrevo aqui pra vcs, ok? ;]

sábado, 29 de maio de 2010

Salada de lentilha verde e bacalhau!

Não fure a dieta no final de semana. Clique na imagem e pegue a receita desta deliciosa salada!


Portal Nutrição em Foco - nutrindo seu conhecimento!

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Segure a TPM!!

A Tensão Pré-menstrual, famosa TPM, é uma síndrome que ataca cerca de 30% das mulheres brasileiras e, de quebra, seus maridos, namorados, filhos, amigos (...) também!

As alterações de humor que ocorrem nesse período se devem às mudanças hormonais e à baixa da serotonina - uma substancia responsável pela sensação de bem-estar.

E em meio àquele turbilhão de sentimentos, muitas pessoas acabam descontando ou se refugiando na comida, sendo que o campeão na hora de consolar é o chocolate. E é aí que mora o perigo. Mas, ao invés de fazer da alimentação a vilã da tpm, por que não fazer dela a solução???

Quer saber como? Acesse o Portal Nutrição em Foco e confira uma matéria completinha sobre os alimentos que acalmam a TPM!!!

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Montando um prato saudável - Parte II

Se você leu a postagem anterior e está pensando: "Como é que eu vou comer isso tudo, todos os dias?", tenha calma! Não precisa se desesperar...

O segredo para conseguir consumir os alimentos adequadamente é fazer a combinação correta.

No café da manhã, por exemplo, você pode colocar cereais em sua forma integral (como pães e biscoitos) e combiná-los com leite e derivados.

No almoço, uma combinação indispensável é o arroz com o feijão. Essa dupla garante uma combinação perfeita de aminoácidos, fornecendo ao corpo proteína de boa qualidade, ou seja, proteínas que serão melhores aproveitadas pelo organismo. Por fim, abuse das hortaliças: cruas, cozidas, escondidas no meio das preparações. Elas garantem vitaminas, minerais e fibras - que, de quebra, ajudam a aumentar a sensação de saciedade.

E quem disse que essa história de pular o jantar é boa??? Essa é uma refeição importantíssima, visto que, ao dormir, seu organismo passa um longo período de tempo sem receber energia (e continua funcionando...).

O jantar também pode ser composto por alimentos semelhantes ao almoço. O cuidado que se deve ter é coma forma de preparo. Escolha alimentos e preparações mais leves, mas não precisa abrir mão dos cereais e das fontes de proteína.

As frutas são ótimas opções para os lanches entre as refeições (lembre que você deve comer 3 porções por dia). Além disso, tem um sabor adocicado, podendo enganar aquela vontade louca de comer doces. Além disso, são ótimas opções para sucos naturais e sobremesas.

O açúcar e os óleos/gorduras já estão em quantidade suficiente nas preparações. Não é preciso incluir pratos a base destes alimentos nas refeições.

A combinação perfeita depende do seu gosto, o que não pode ocorrer é uma monotonia na sua dieta. Consuma frutas e hortaliças diferentes, e nao fique so na alface com tomate!



Visite o Portal Nutrição em Foco e conheça alguns alimentos que podem fazer parte de sua dieta e algumas receitas fáceis, gostosas e saudáveis!

terça-feira, 4 de maio de 2010

Montando um prato saudável - parte I

Pra começar, um prato saudável deve ter diversidade de alimentos e de cores. Além disso, deve-se observar a forma de preparo dos alimentos. E, por último, não forme uma serra com os alimentos!!!

O primeiro passo é incluir todos os grupos de alimentos nas refeições:
  • Cereais: são as fontes de carboidrato e servem para dar energia. Ex.: arroz, macarrão, batata, mandioca, inhame, etc. 6 porções/dia
  • Leguminosas: apresentam proteínas de boa qualidade (que são bem aproveitadas pelo organismo), além de carboidratos. Ex: feijões, lentilha, soja, grão-de-bico, etc. 1 porção/dia
  • Carnes e ovos: fontes de proteínas, que tem função construtora no organismo. As carnes são fontes de ferro. 1 porção/dia
  • Hortaliças e frutas: fontes de vitaminas e minerais, que tem função de proteção do organismo. Hortaliças podem ser folhas, raízes, frutos ou caules. 3 porções de cada/dia
  • Laticínios: contém proteínas, vitaminas e minerais. Principal fonte de cálcio da dieta. 3 porções/dia
  • Óleos e gorduras: fornecem energia e, em quantidades adequadas, participam do bom funcionamento do organismo. máximo de 1 porção/dia
  • Açúcares: também são fontes de energia, embora compostos por carboidratos simples. Assim como as gorduras, devem ser consumidos moderadamente. máximo de 1 porção/dia
Esses alimentos devem ser distribuídos dentre as refeições. O ideal são seis por dia: café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia, de acordo com as porções de cada grupo.


Vamos começar variando a nossa dieta, para depois partirmos para o próximo passo. Sua alimentação saudável depende de você!!


Quer mais dicas? Portal Nutrição em Foco.

sábado, 1 de maio de 2010

Almôndegas com aveia

Para incrementar o final de semana, uma receita deliciosa, nutritiva e diferente:

ALMÔNDEGAS COM AVEIA



Clique na figura para pegar a receita!




Aproveite para visitar o Portal Nutrição em Foco ficar por dentro das novidades!!!

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Probióticos: o poder dos iogurtes

Ultimamente, muitos alimentos tem surgido com a proposta de melhorar alguma coisa na saúde humana. Os principais, entretanto, são os iogurtes que prometem regular o funcionamento intestinal.

Mas afinal, o que estes alimentos tem de especial?
O diferencial destes alimentos são os probióticos. Ou seja, microorganismos que, quando ingeridos, exercem efeitos benéficos para a saúde, pois favorecem a presença de bactérias benéficas ao organismo e diminuem a concentração de bactérias e microorganismos indesejáveis.

De maneira geral, os probióticos tem efeito sobre o equilíbrio bacteriano intestinal: controle do colesterol e de diarréias e redução do risco de câncer.
Os alimentos mais comuns que contém probióticos são os iogurtes e leites fermentados. Mas podem ser encontrados, ainda, na forma de pó ou cápsulas.


Entretanto, não precisa se desesperar e mandar e-mail para todos os seus contatos (como vem acontecendo frequentemente) avisando que estes alimentos estão contaminados!!! A adição destes componentes aos alimentos é regulamentada por uma legislação e, segundo a Organização Mundial de Saúde, quando administrados em quantidade e maneira corretas, realmente apresentam um efeito benéfico.

O portal Nutrição em Foco apresenta a opinião de uma nutricionista especialista em Nutrição Funcional sobre os iogurtes adicionados de probióticos. Confira!

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Alimentação na Hipertensão

Como já vimos na postagem anterior, a hipertensão está diretamente ligada ao estilo de vida e um dos fatores essenciais que ajuda a combater e melhorar ersta doenças é a alimentação.

Algumas atitudes simples quanto à alimentação podem ser incluidas no dia-adia sem eliminar o prazer de comer bem e, ainda, melhorar a qualidade de vida de quem apresenta ou corre risco de apresentar esta doença:

  • Ter uma alimentação variada - fornece ao organismo todos os nutrientes para manter um bom estado nutricional, diminuindo a chance de ocorrência de doenças;
  • Incluir frutas e hortaliças - são fontes de vitaminas, fibras e minerais. Estes últimos, principalmente o potássio e o magnésio agem diminuindo a pressão sanguínea;
  • Consumir carnes magras - a gordura da carne pode aumentar o nível de colesterol, gertando outras doenças (como a aterosclerose) que contribuim para o surgimento de hipertensão;
  • Aumentar o consumo de peixes - fontes de ômega-3, uma gordura benéfica ao organismo que pode atuar contra a elevação da pressão;
  • Utilizar gorduras poliinsaturadas - podem ter uma atuação contra a hipertensão. Podem ser consumida através do azeite de oliva, óleo de canola, castanhas e sementes, peixes, etc.;
  • Diminuir o consumo de açúcares e gorduras saturadas - favorecem o surgimento da hipertensão
  • Diminuir o consumo de sal - não levas saleiro à mesa, abusar de temperos, condimentos e especiarias, utilizar molhos em preparações... São formas de realçar o sabor do alimento e que dispensam o uso de uma grande quantidade de sal.



Confira algumas receitas deliciosas e com baixo teor de sódio no Portal Nutrição em Foco.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Cuidados com a Hipertensão

A hipertensão arterial ou, popularmente, pressão alta é uma doença que atinge grande parte da população no mundo todo. No Brasil, estima-se que cerca de 35% das pessoas maiores de 40 anos sofram deste problema. É uma doença silenciosa, que não apresenta sintomas. Porém, se não tratada e controlada, pode causar diversas outras doenças e complicaçãos: doenças cardiovasculares, doenças renais, cerebrovasculares, doenças nos olhos, etc.

Mas como fazer isso? Segue abaixo uma listinha de alguns cuidados simples e fáceis que, se seguidos, ajudarão muito na prevenção e tratamento da hipertensão:

  • Modificar o estilo de vida - o primeiro passo é tomar consciência do problema ou do risco de desenvolvê-lo e tomar atitudes para diminuir os prejuzos, antes mesmo de começar a tomar medicamentos para tentar melhorar
  • Controlar o peso corporal - pessoas que estão acima do peso tem de 2 a 6 vezes mais risco de desenvolver hipertensão. No caso de quem já apresenta a doença, a perda de peso ajuda a conbseguir um melhor efeito dos medicamentos, controlando melhor a pressão sanguínea;
  • Praticar exercícios físicos - o sedentarismo é um fator de risco para desenvolver pressão alta. É recomendado fazer de 30 a 45 minutos diários de exercícios. Para isso, escolha um que lhe dê prazer: ao ar livre, em grupos, relaxantes, não importa, o importante é se movimentar;
  • Diminuir o consumo de sal - o sódio presente no sal aumenta a absorção de água pelo organismo e,assim, aumenta o volume de sangue circulando, aumentando a pressão sanguínea. Uma diminuição desse consumo tem efeito positivo na diminuição da hipertensão. Para isso, vale usar diversos truques: condimentos, especiarias, temperos, etc.;
  • Ter uma alimentação variada - o consumo de todos os tipos de alimentos garante que o organismo adquira todos os nutrientes para manter o seu bom funcionamento. No caso da hipertensão, alguns minerais são essenciais para "proteger" o corpo, como o potássio e o magnésio, que podem ser adquiridos principalmente através de hortaliças e frutas;
  • Diminuir o consumo de álcool - o álcool tem um grande poder de elevar a pressão sanguínea. O ideal não consumí-lo ou consumir pequenas doses esporadicamente. Entretanto, se isso não for possível, pode-se consumir uma dose de aproximadamente 30 mL de álcool por dia, ou seja, aproximadamente 150 ml de cerveja.


São soluções fáceis e totalmente possíveis de serem seguidas e que podem realmente melhorar a qualidade de vida de hipertensos e pessoas que tem alto risco de adquirirem a doença.


Quer mais dicas sobre qualidade de vida? Acompanhe o Portal Nutrição em Foco.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Feliz Páscoa!!

Genteeee,
Postagem rapidinha e nada científica hoje, afinal, quem não gosta de páscoa??
É uma época muito linda e com um significado grandioso: o renascimento. Como se fosse um ano-novo interno.

Apesar disso, essa idéia ficou um pouco esquecida e a comercialização anda tomando conta. Bem, pelo menos envolve o chocolate, essa delícia que agrada a todos.

Desejo a todos uma feliz páscoa, com muita alegria e uns chocolatezinhos também, hehehe. Mas não vão esqucer da cenoura, hein?! xD

sexta-feira, 26 de março de 2010

Alimentação na Doença Celíaca

As pessaos que apresentam doença Celíaca, ou seja, intolerância ao glúten - uma proteína encontrada em cereais - precisam ter uma alimentação especial, excluindo este componente da dieta.

Não é uma tarefa fácil, visto que o glúten é encontrado em alimentos como: trigo, aveia, centeio, cevada e malte e seus subprodutos (farinhas, flocos, extratos, etc.). Esses alimentos são muito utilizados na alimentação, principalmente os derivados de trigo (como a farinha), tornando complicada a tarefa de excluir o glúten da dieta. Até alguns alimentos que aparentemente não contém glúten podem apresentá-lo em sua composição: queijos fundidos, achocolatados, congelados - como almôndegas, sorvetes, molhos...

Além disso, outra dificuldade é saber como um produto foi preparado para confirmar se ele contém ou não glúten. Em um restaurante, por exemplo, não se sabe se uma determinada preparação foi acrescida de ingredientes com glúten (muitos restaurantes adicionam farinha de trigo ao feijão para deixá-lo "mais grosso"). Uma outra possibilidade é uma limento sem glúten ter sido contaminado por resíduos de glúten de outra preparação, ao se utilizar uma panela mal higienizada, por exemplo. Esse fato também é muito comum na indústri, por se utilizar os mesmos equipamentos para preparações com glúten e as, teoricamente, isentas dele.

Mas seguir uma dieta isenta de glúten não é tão difícil assim.. Um pouco de conhecimento acerca dos produtos utilizados e criatividade na cozinha proporciona aos celíacos o prazer de se alimentar bem.

Primeiramente, os alimentos que são naturalmente isentos de glúten: frutas, hortaliças, carnes, leguminosas (feijões, lentilha, grão-de-bico...), leites e a maioria de seus derivados e condimentos não industrializados. Esses grupos de alimentos não contém glúten, a menos que ele seja adicionado durante o preparo. Portanto, é sempre bom se informar sobre o modo de preparo dos alimentos e, no caso de industrializados, LER SEMPRE OS RÓTULOS.

Para os alimentos que contém glúten, inúmeros substitutos já foram encontrados: arroz, milho, batata e mandioca são os principais, juntamente com seus derivados (farinhas, flocos, creme, fécula, etc.), além disso, outros como cará, inhame, quinua e amaranto também podem ser utilizados, embora um pouco mais caros e difíceis de encontrar, dependendo da região.

A partir desses substitutos, todas as preparações podem ser feitas: pães, bolos, biscoitos, macarrão, pizza, etc.

Quanto ao equilíbrio da dieta, todo celíaco, após adaptado à alimentação adequada, tende a ter um aumento do peso corporal e, desta forma, deve ter uma dieta balanceada. Para tanto, deve diminuir a ingestão de proteínas, moderar o consumo de gorduras e aumentar o consumo de frutas, sucos naturais, verduras e legumes, tornando sua alimentação mais variada e saudável.

Quer sugestões de preparações sem glúten? Clique aqui.

Quer ler mais sobre o assunto? O Portal Nutrição em Foco traz uma matéria especial sobre a alimentação de portadores de Doença Celíaca. Confira!

terça-feira, 9 de março de 2010

Benefícios da aveia

Em tempos de ração humana, os cereais e as sementes estão fazendo sucesso. A aveia é um dos ingredientes dessa mistura, então que tal conhecer um pouco mais sobre ela??

A aveia é um cereal que serve como alimento tanto para humanos quanto para animais. Quando processada, pode ser transformada flocos (inteiros, médios ou finos), farelo e farinha.

O grão de aveia contém um alto teor protéico, além de ser composta por proteínas de boa qualidade (que são melhores aproveitadas pelo organismo). Além disso, é constituído também por vitaminas, minerais como cálcio e ferro e substâncias antioxidantes – que podem atuar na diminuição do risco de algumas doenças.

Entretanto, uma de suas características mais importante são as fibras. As fibras presentes na aveia são as fibras solúveis, ou seja, estão relacionadas ao bom funcionamento intestinal e podem ser responsáveis pela diminuição dos níveis de colesterol do organismo. Além disso, elas retardam o esvaziamento do estômago, prolongando a sensação de saciedade e, desta maneira, o indivíduo sente menos fome (ta vendo porque ela é ingrediente da ração humana?). A quantidade de fibras é maior no farelo de aveia, seguido pelos flocos e pela farinha.

Além de benéfica à saúde, a aveia é muito saborosa também. Compõe pratos de panificação, lanches, vitaminas e sucos e outros bem diferentes, como Almondegas com aveia. Confira outras opções na seção Gastronomia do Portal Nutrição em Foco.

Gostou das informações?? Então leia a matéria completa na seção Alimentos.

terça-feira, 2 de março de 2010

Ser vegetariano...

As dietas vegetarianas são, a grosso modo, aquelas que não incluem produtos animais no cardápio. Como o próprio nome diz, baseia-se em vegetais: frutas, hortaliças, cereais, castanhas, etc. Não é nada fácil ser adepto do vegetarianismo, ja que vivemos em uma sociedade que consome grande quantidades de carne e, além disso, alguns cuidados são necessários para manter-se saudável.

Historicamente, os primeiros relatos sobre o vegetarianismo são encontrados em literaturas da Índia e da Grécia, no séc. VI a.C., ambas com um propósito de proteção aos animais. Atualmente, as razões para quem adota este tipo de dieta são diversas: éticas, políticas, ambientais, econômicas, saúde, estética, entre outras.

Existem vários tipos de dietas vegetarianas:

  • lacto-ovo vegetariana: dentre os produtos animais, incluem ovos e leite e derivados no dia-a-dia
  • lacto-vegetariana: inclui apenas o leite e seus derivados
  • ovo-vegetariana: inclui apenas ovos em sua dieta
  • semi-vegetariana: inclui frango e peixe na dieta, mas esta prática não é reconhecida como uma dieta vegetariana pela Sociedade Vegetariana
  • vegana: exclui qualquer produto de origem animal, sendo composta apenas por alimentos vegetais
Dentre esses tipos, o veganismo é o mais restritivo, e é visto não apenas como uma opção alimentar, mas como um estilo de vida. Muitas vezes, os produtos animais são evitados não só na alimentação, mas no dias-a-dia, como: couro, lã, pele, mel, gelatina, que variam de acordo com o indivíduo praticante.

De acordo com a American Dietetic Association, é sim uma dieta viável do ponto de vista da saúde, pois fornece todos os nutrientes necessários ao organismo, entretanto, casos em que as restrições são severas podem trazer prejuízos à saúde.

Tudo depende de como esta dieta é seguida, já que algumas incluem grandes quantidades de frituras, massas (mais calóricas), molhos (muita gordura e sódio), etc. Além disso, a exclusão de produtos animais pode causar deficiência de ferro (o que leva a anemia), de cálcio, de vitamina B12, etc.

A dieta vegetariana pode ser muito saudável, se seguida corretamente, contendo alta quantidade de fibra, vitaminas, minerais, antioxidantes, entre outros benefícios advindos dos vegetais...

Basta escolher a receita certa para as preparações do dia-a-dia. Confira o Portal Nurtição em Foco.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Barra de cereal potente!

Quem nunca optou por uma barrinha de cereal no dia-a-dia?

Para ter um lanche saudável e pouco calórico, para ingerir fibras, para enganar a vontade de comer doce, por praticidade.... Muitos são os motivos para degustá-la.

E o mercado só crece. A cada dia novos sabores são lançados, novos tamanhos, com mais propriedades. A última saiu de uma universidade:

Pesquisadores da Universidade de São Paulo desenvolveram uma barra de cereal que apresenta em sua composição as bactérias Lactobacillus acidophilus e Bifidobacterium, que tem efeito comprovado no bom funcionamento do intestino. Essas bactérias agem competindo com as bactérias maléficas ao organismo, diminuindo o risco de ocorrência de algumas patologias. Além disso, os microorganismos permitem que o organismo apresente uma melhor absorção de alguns nutrientes, como o cálcio, o magnésio e o ferro.


A novidade é que uma das camadas da barra de cereal é composta por sorvete, onde são adicionadas as bactérias.

A idéia foi boa, mas será que essa moda pega?


Por falar em barra de cereal, será que todas são mesmo uma opção saudável e nutritiva?
O Portal Nutrição em Foco tem uma matéria especial sobre o consumo e a escolha das barrinhas de cereais. Tire suas dúvidas!

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Pecados de final de semana

Acordei com uma vontade louca de comer doce!

Quando isso acontece, uma frutinha é a melhor solução. Doce, deliciosa e saudável. Ou então a segunda opção: gelatina. Bem colorida e, pelo menos, tem poucas calorias.. só não vale despejar leite condensado em cima.
Só que dessa vez, o que eu queria era um doce mesmoooo, de verdade! Nada de frutinhas. Já que é assim, tentei pensar na melhor opção...
Fui até a sessão Gastronomia do Portal Nutrição em Foco e procurei uma receita gostosa e que não fosse uma bomba. Olha o que eu encontrei:

Arroz doce diet. Uma delíciaaaa. É só clicar no link para pegar a receita e aproveitar!


Boa semana pra vocês.

beijos
;]

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Para o carnaval: água!

A água é o componente mais abundante do nosso corpo. Sua porcentagem em relação ao peso total varia de acordo com a fase do ciclo de vida em que o indivíduo se encontra, dependendo da proporção de músculos e gordura. No organismo, apresenta muitas funções metabólicas importantes e participa de praticamente todas as reações corporais. Ou seja, se não tiver água, nada funciona normalmente!


É aí que surge a desidratação. Basicamente, é a perda excessiva de água corporal e acontece quando a ingestão hídrica é menor que a perda de água. Pode ocorrer devido à vários motivos:

  • diarréia
  • vômitos
  • ingestão insuficiente de líquidos
  • urina em excesso (muito comum quando há o uso de diuréticos)
  • sudorese excessiva (principalmente em atividades físicas prolongadas e calor excessivo)
  • exposição prolongada à luz solar
  • febre
Muito se fala sobre a quantidade de água que deve ser ingerida diariamente, mas não se chegou a um consenso ainda. Uma quantidade aproximada seria de 35ml/kg de peso corporal. Entretando, não é facil se determinar essa quantidade, já que deve-se levar em conta as características metabólicas individuais, o tipo de atividade, a composição corporal, etc.

A desidratação é uma doença de fácil prevenção e tratamento, porém, apresenta sintomas graves e alta incidência. Ocorre mais facilmente e com mais severidade em crianças, já que a perdem água com mais facilidade. Os principais sintomas da doença são: dores de cabeça, fadiga, apetite diminuído, tontura, turgor cutâneo (elasticidade da pele) precário.

A sede é um bom parâmetro para o consumo de água. Quando sentimos sede é sinal de que já perdemos um pouco de água do nosso corpo, porém, uma pequena quantidade (cerca de 1% do peso corporal). Basta beber água é essa perda é reposta. Entretanto, a medida que a perda de água aumenta, as consequências se agravam. Quando a perda resulta em uma diminuição de 5% do peso corporal, o indivíduo sente uma extrema dificuldade de concentração. Quando essa perda chega a 10% do peso corporal, os sintomas são muito graves (insuficiência do volume sanguíneo - que está diminuído, insuficiência renal...) e quando atinge 20%, pode causar a morte.

Como prevenção, é importante ingerir líquidos (principalmente água) regularmente, usar roupas leves e frequentar ambientes arejados, higienizar alimentos (para evitar doenças gastrintestinais que facilitam a perda de água - p. ex: diarréia), etc. O tratamento varia com a gravidade da desidratação e pode ser apenas com reposição de água ou também com repoisção de eletrólitos, contidos em bebidas específicas ou no famoso soro caseiro (água + açúcar + sal).


Sendo a prevenção tão simples, vamos evitar a desidratação e beber muito líquidos. No Portal Nutrição em Foco você encontra muitas receitas de bebidas deliciosas e saudáveis.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Relação cálcio:fósforo

É praticamente senso comum que o cálcio é um nutriente muito importante para o bom funcionamento do organismo. É o mineral mais abundante no nosso corpo, sendo que a maior parte dele (99%) está localizado nos ossos e dentes e o restante encontra-se no sangue e nos tecidos.

O cálcio desempenha várias funções no organismo: contração muscular, transporte de nutrientes, transmissão nervosa, etc. Entretanto, a mais importante delas (porque utiliza a maior parte do mineral) é a manutenção da massa óssea. Os ossos do esqueleto tem seu maior nível de crescimento e calcificação nos primeiros anos de vida, porém, esse processo continua ocorrendo até o chamado "pico ósseo" - o valor máximo de massa óssea atigido pelo organismo, já que a calcificação está completa. Este pico ocorre na idade adulta, mas não há um consenso sobre a idade exata.

Desta forma, é muito importante o consumo de cálcio, inclusive na idade adulta. Sua deficiência pode causar diversos problemas: osteomalácia, osteoporose, hipertensão, cancer de cólon, entre outros.

Além disso, nem todo o cálcio consumido é absorvido. Pesquisas mostram que adultos absorvem, em média, 30% do cálcio ingerido, podendo variar de 10% a 60%. Esta absorção pode ser influenciada por alguns fatores, como a forma de ingestão do cálcio ou a combinação de nutrientes. O oxalato (presente no espinafre e na acelga) se une com o cálcio e forma o oxalato de cálcio, que não é absorvido. A mesma coisa ocorre com o fitato ( encontrado em casca de castanhas, sementes e grãos).

Outro fator de influência é a presença de fósforo. Este é o segundo mineral mais abundante no organismo e também está presente em ossos e dentes, porém, sua maior importância ocorre nas funções que desempenha nas células (formação de DNA, ATP, cAMP, etc.).

A relação do cálcio com o fósforo se dá a nivel intestinal, quando a absorção de cálcio é mais eficiente se a quantidade de fósforo for a metade da quantidade de cálcio. Ou seja, a relação cálcio:fósforo ótima é iagual a 2:1.

Sendo assim, vamos procurar manter uma alimentação saudável, tentando variar as fontes de ingestão de cálcio (leite e derivados, soja, folhas verde escuras) e de fósforo (carnes, aves, peixes, ovos) e garantir as quantidades necessárias ao organismo.

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